sexta-feira, 31 de março de 2023

CUIDADO... VOCÊ PODE ESTAR ADORANDO UM DEUS PAGÃO OU UM DEMÔNIO

Antes de começar quero lhe deixar um conselho: "Encontre O Seu Deus Interior", busque-O em ti! E pare de ficar consultando e dando ouvidos à demônios que se dizem "espíritos de luz"... Banido do paraíso, o ser humano procura a Deus, pois "não está longe de cada um de nós". Tal busca é o paganismo, que contém ou pelo menos pode conter um conhecimento positivo de Deus, algo revelado a seu respeito. A sede de um encontro com Deus no paganismo arde ainda mais fortemente do que na religião revelada; a busca é mais ardente, mais frenética, mais agonizante. Não é por nada que a névoa de tristeza, desespero e falta de recompensa se situa acima do "Olimpo Límpido", e assim o paganismo cede facilmente ao frenesi orgiástico. O aparente "imanentismo" ou "panteísmo", divinização das forças da natureza, dos animais e do ser humano, não deve enganar aqui, ao instilar a noção de algum tipo de contentamento e equilíbrio do mundo. A religião revelada não podia conhecer tal horror do abandono do Deus como o paganismo experimentou em contorções convulsivas, exatamente nos momentos de suas ascensões religiosas. O esforço da humanidade para romper até Deus foi mais intenso aqui e, acima de tudo, mais desesperado do que no "judaísmo  - islamismo -cristianismo" onde a "Escada De Jacob" foi erguida. Não é por acaso que foi revelado na plenitude dos tempos que os pagãos se mostraram mais prontos a receber o "Cristo" do que os judeus, porque eles tinham sede e esperavam-no mais intensamente: O filho pródigo tinha ficado nostálgico e abatido há muito tempo. 

O paganismo em sua essência mais profunda é acima de tudo essa melancolia do banimento, um grito para o céu: Ah, venha! Por isso, a concentração trágica e a maior seriedade são próprias dele. Nenhuma das religiões sérias pode se contentar com a idolatria, isto é, com aplicação de poderes divinos e da natureza em ídolos. Em todos esses objetos de adoração, o pagão só vê ícones vivos da Divindade; para ele o mundo inteiro é preenchido pelo poder divino: Panta plērē theōn. E os próprios deuses eram como raios separados e estilhaçados, multidões de hipóstases da Divindade transcendente. Em geral, o politeísmo no paganismo não é evidência da falta de um desejo de ser elevado até a Divindade que permanece transcendente, mas sim da impotência para fazer isso, e é um símbolo da transcendência e da inexpressibilidade da Divindade. Como resultado de sua falta de face, uma multiplicidade involuntária de faces é obtida. O politeísmo puro é meramente a degeneração do paganismo, e até certo ponto sua perversão. Dito de maneira diferente, tanto na autoconsciência religiosa do paganismo quanto na sua piedade, o "NÃO" da teologia negativa é vitalmente sentido, constituindo lhe o fundo religioso geral e lhe dando um aroma, profundidade e sublimidade definidos.


 Se é impossível considerar o paganismo ao longo de toda sua existência como uma mentira desvelada e demonolatria, então como se deve definir suas verdades, ou a natureza de suas revelações originais? Pode-se dizer esquematicamente que no paganismo o transcendente é revelado apenas no - e através do - imanente (theocosmismo), enquanto que na "Revelação" o transcendente desce ao humano: No primeiro caso, uma brecha através da espessa crosta da natureza; no segundo, a descida da Divindade, o seu encontro com a humanidade. No paganismo, a humanidade é deixada ao seus próprios poderes, há uma busca por Deus por meio da "contemplação da criação," o invisível através do visível. Mesmo a queda só pôde escurecer, mas não paralisar a revelação de Deus no mundo. A humanidade, possuindo realmente a imagem de Deus, tem, assim, em si mesma, um órgão de cognição divina em sua profunda auto cognição: Por isso gnōthi seauton [conhecer a si mesmo] também significa gnōthi theon [conhecer deus]. E toda a natureza tem a mesma imagem, na medida em que é humanidade; toda a criação em sua sofianicidade está repleta de revelações da Divindade. Estas luzes sofianicas,  juntamente com a imagem de Deus no ser humano, compreendem a base objetiva do conhecimento pagão de Deus.

 Esforçando-se em direção à "Luz da Divindade" que percorre o "Universo", o pagão quer romper além dos limites do mundo, para realizar um transcensus religioso. Devido a deste esforço, uma vida religiosa ramificada e intensa é desenvolvida, o dogma é fixado, o culto surge e todas as suas características substanciais: Tempos e lugares sagrados, imagens, cultos divinos, rituais, sacrifícios e mistérios. A sede por mistério, pelo encontro com a Divindade, por uma união, que é evidenciada pela seriedade e intensidade das buscas religiosas, naturalmente, é bastante apropriada também para as religiões pagãs. Não há qualquer dúvida de que esses mistérios não permaneceram somente em um simbolismo exterior, mas havia uma certa ação mística, experimentada religiosamente, fora deste pressuposto toda a história da religião se transforma num absurdo ou paradoxo. A "iniciação" nos mistérios, de acordo com as poucas evidências que chegaram até nós, era acompanhada por tais experiências que separavam os humanos de seu passado com um novo limite, o significado dessas experiências e o terror sagrado inspirado por elas é atestada pela severa disciplina do "arcani" que as envolviam com um sigilo impenetrável.


Mas no que eles participavam e no que eram iniciados nos mistérios? Que tipo de "graça" era comunicada aos iniciados? É muito mais fácil para dar resposta negativa do que uma positiva: Não era, é claro, uma verdadeira participação do "Corpo e Sangue de Cristo" para a remissão dos pecados, pois esta participação absoluta não existe fora da "Igreja de Cristo", da encarnação divina e do "Gólgota". No entanto, os participantes nos mistérios recebiam alguma coisa, uma espécie de graça natural, mas é difícil expressar o que seria em categorias do pensamento religioso Cristão, e não estamos estabelecendo esta tarefa para nós mesmos. Mas acreditamos que a graça de Deus é multiforme; "Deus não dá o Espírito por medida.". A partir do fato indiscutível de que os mistérios pagãos tinham um caráter natural, ainda é impossível concluir que eles eram apenas um excesso orgástico natural. Se se admite que uma certa objetividade do conhecimento de Deus era inerente ao paganismo, em seguida, deve-se reconhecer isto com toda seriedade e até o fim, isto é, acima de tudo quando aplicado precisamente ao culto religioso, o culto divino, os sacrifícios e os mistérios. Mas, obviamente, a sua eficácia permanecia limitada de forma fatídica; não fornecia o renascimento, apenas prometia. A divindade permanecia transcendente de qualquer maneira, e a graça operava como se do exterior (semelhante à forma como ela operou na jumenta de Balaão). Graças a um entusiasmo forçado, como um roubo de graça, a possessão mística e seus excessos, a condição de intoxicação religiosa a qual aspiravam por vários meios surgiu tão facilmente no paganismo. Por esta razão a "sobriedade" Cristã não é, em geral, característica do paganismo, mesmo uma simples sobriedade religiosa que pode, naturalmente, ser combinada com uma elevada inspiração religiosa.


Esse psicologismo religioso condena as religiões pagãs à degeneração através da imersão no naturalismo e no excesso orgiástico. Um pagão místico sensível compreende, a partir do coro polifônico dos espíritos naturais, dos batimentos do coração do mundo, o esforço da criatura para exceder seu estado dado, para sair de si e ser infectada com esse frenesi, o êxtase da natureza. Ele nem sempre resistiu essa pressão mística: Ao se render ao excesso natural orgiástico, caiu sob o feitiço dos espíritos da natureza. Enfeitiçado por eles, perdeu a capacidade de distinguir o êxtase natural do religioso, excesso orgiástico da inspiração, e então se tornou "pagão" no mau sentido da palavra. O paganismo em certa medida é este tipo de possessão, e o apóstolo Paulo advertiu os coríntios contra esta "escravidão aos elementos vazios e vãos do mundo". Há um grande abismo entre o êxtase cristão (como é descrito pelo apóstolo Paulo em 1 Coríntios 14) e o excesso orgiástico pagão. Mas, ao mesmo tempo, é necessário enfatizar que na fenomenologia do culto religioso, no ritual do culto divino, nos sacrifícios, na oferta de incenso, nas vestimentas sagradas, na veneração de santos e heróis, nos lugares sagrados e imagens, em geral tudo o que toca a organização da vida religiosa, o paganismo não está tão longe do cristianismo como se gosta de pensar. Entre algumas pessoas (sobretudo entre os representantes contemporâneos da escola "religioso-histórica" no protestantismo), este quadro é feito de forma muito externa e tendenciosa, e por outros é tendenciosamente dissimulado; um estudo religioso comparado de cultos é uma das tarefas que persistentemente emerge de uma compreensão correta da natureza do processo religioso no paganismo.

Em vista da dualidade trágica que condenou o paganismo à ambiguidade e à degeneração, é compreensível por que tornou-se vítima da possessão demoníaca: O excesso orgiástico é substituído pelo delírio e os "espíritos elementais" são transformados em demônios. Isso se dá em conjunto com a visão religiosa que chega ao mundo com a encarnação do "Verbo Ser". "Grande Pan" morreu, mas simultaneamente um novo, transfigurado Pan nasceu. O antigo naturalismo torna-se impossível, e o paganismo moribundo assume traços cada vez mais sinistros. Os deuses pagãos após Cristo já são demônios para aqueles que passaram a crer Nele; os prefiguramentos e os avisos anteriores perderam seu antigo significado após o cumprimento. Mas os próprios pagãos permanecem até certo ponto inocentes do pecado básico do paganismo, que pesava sobre eles como uma maldição do repúdio divino e o peso da expulsão do paraíso. A piedade pagã, embora conheça Deus no mundo, não é capaz de compreender plenamente as imagens e as figuras através das quais Ele é visto. Enfraquece-se sob o peso do naturalismo, é ensurdecido pelas vozes do mundo, um joguete de seus elementos. Também se enfraquece em seu politeísmo, sendo condenado a criar sempre novos e mais novos deuses, máscaras do "Deus Desconhecido". O tema do panteão, que ressoa mais claro no declínio do paganismo, no esforço para recolher ali todos os deuses venerados e não omitir nenhum deus (e é por isso que uma reserva, um altar para o theōi agnōstōi - para o deus ainda desconhecido - era construído), claramente testemunha a perda de fé em deuses separados, e a impossibilidade de sentir-se à vontade no politeísmo, que se transforma em uma má pluralidade ou num mau infinito. Desta forma, toda a grosseira do antropomorfismo que lhe é próprio é desnudado, e assim extrai mais forças numa atmosfera de superstição e decadência. Mas em sua base encontra-se uma ideia profunda; ali está contido a revelação da hipostesidade da Divindade, o panteísmo sem rosto é superado.  

O Que Nunca Te Contaram Sobre A Morte De Elias 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023

Padres Repetem Ritos Selando & Cegando A Consciência Dos Fiéis

 

Vaticano Alterou em 2019 a Oração do "Pai Nosso" – O Obscuro Segredo de Roma – Jesuítas e os Partidos Religiosos... O nome original do título da oração católica do "Pai Nosso" é "Padre-Nosso (Latim). Pai/Mãe, Padre/Madre, Padrinho/Madrinha são termos diferentes, da mesma forma Patriarca/Matriarca, Patrono/Matrona, Padroeiro/Madroeira, no Brasil o ídolo de barro "Madonna Negra" católico de 1000 faces chamada "Nossa Senhora" é considerada equivocadamente "Padroeira" ao invés de "Madroeira", e como foi mostrado em artigo recente isso se deve ao fato de o "Vaticano" inverter a palavra "Mulher" e suas atribuições por "Gênero" e implantar na sociedade mundial a "Ideologia De Gênero". Do italiano "Madonna" (Ma: Minha, Donna: Dona – "Minha Dona"), em português "Nossa Senhora", em uma alusão a Senhor/Senhora e Servo/Serva (Escravo/Escrava).

No dia 22 de maio de 2019 o livro "Missal Romano" passou pela terceira edição em italiano. E nela, o "Pai Nosso" sofreu a mudança no trecho, que em português é "não deixeis cair em tentação". Atualmente, esse trecho em italiano é "non ci indurre in tentazione", que é traduzido como "não nos induzais à tentação". A pergunta é?: Sugerem os criadores dessa oração católica que "Deus" induziria seus filhos à tentação? O tentador das almas e guardião dos buracos negros é o rebelado Arcanjo Lúcifer, Arcanjo das provações. Em todo ritual de "Páscoa" o "Vaticano" realiza adoração a "Lúcifer" nas "Vigílias Pascais", os cantos gregorianos são sempre em latim e os fiéis leigos sequer entendem o que pregam os Cardeais.


O Papa não foi o autor da mudança, foi apenas o bode expiatório de um escândalo que afastava vários fiéis Franceses da congregação católica, os fiéis Franceses sempre criticaram o trecho alterado do "Pai Nosso" desde o ano de 1966, quando a oração foi alterada como resultado de um compromisso ecumênico após o "Concílio Vaticano II", semelhante ao "Concílio De Nicéia" que retirou mais de 117 livros do "Cânon Bíblico" os considerando evangelhos apócrifos, por não representarem a conveniência dos líderes católicos para doutrinação religiosa.

A mudança que o Papa fez em 2019, já havia sido feita na França desde 2017 na missa celebrada na basílica de "Notre-Dame-des-Victoires", em Paris, no dia 27 de novembro de 2017. A "Igreja Católica Francesa" esperava que esta mudança fosse uma "ocasião para que os cristãos se reapropriassem" do "Pai Nosso Católico". Sobre ser indagado pelo fato de que cada tradução da Bíblia é diferente para cada país, o padre "José Raimundo Vidigal", responsável pela tradução da Bíblia, da "Editora Santuário" explicou: "É uma questão de adaptação ao uso de cada país".

Vale ressaltar que a oração original de "Yeshua" se encontra em "Aramaico" e foi grafada em uma pedra branca de mármore, em "Jerusalém", no "Monte Das Oliveiras", na forma que era invocada pelo "Mestre Yeshua", os líderes religiosos (Fariseus), após crucificarem Cristo, logo se deram ao trabalho de destruir e adulterar todos os ensinamentos de Cristo e dos Apóstolos.

A oração original de "Yeshua" não se intitulava "Pai Nosso", mais sim: "Pai-Mãe-Vida"

"Pai-Mãe, respiração da vida;
Fonte do som;
Ação sem palavras;
Criador do Cosmos!

Faça sua Luz brilhar dentro de nós, entre nós e fora de nós para que possamos torná-la útil...", (Esse é apenas um trecho da tradução em Aramaico).

A palavra "Roma" é um mantra satânico e é o oposto da palavra "Amor", se ler a palavra "Amor" de trás pra frente verás o que estou a lhes esclarecer, já é portanto, de se esperar que a sede satânica do "Vaticano" esteja justamente no epicentro da cidade "Romana". Um local geopático tenebroso, cemitério de milhões de almas assassinadas pelos "Romanos Na Cruz", no coliseu e por seus ancestrais "Etruscos" cuja deusa etrusca era "Vatika", a deusa babilônica do "Vaticano", a grande meretriz que prostitui e embriaga as nações.

Sobre o "Missal Romano" que todos os padres e igrejas católicas seguem: "É um ritual de magia negra, criado pelos Jesuítas onde todos os anos os padres repetem os mesmos ritos missais selando e cegando a consciência dos fiéis e os escravizando espiritualmente em um loop cerimonialista onde nenhuma alma evolui, cabe lembrar que todas as religiões evangélicas se originaram de desmembramentos da religião católica, fundadora do Cristianismo e da popularização do termo Cristão.".

Em Antioquia na Turquia que os discípulos de Cristo foram chamados de cristãos pela primeira vez, o nome foi usado não como forma de orgulho e idolatria, mais como um insulto, palavrão, forma de desdém, de escárnio e zombaria aos seguidores de "Yeshua". Pedro quando escreveu para encorajar os eleitos de Cristo (discípulos) que viviam dispersos, como estrangeiros e peregrinos, por causa da perseguição, disse assim:

Se vocês forem insultados por causa do nome de Cristo, abençoados serão, pois o glorioso Espírito De Deus repousa sobre vocês. Se sofrerem, porém, que não seja por matar, roubar, causar confusão ou intrometer-se em assuntos alheios. Mas, se sofrerem por serem chamados de "Cristãos", não se envergonhem; louvem a Deus por serem chamados por esse nome!".


A palavra "Missa" vem do verbo latino "Mittere" que significa "despachar, mandar, dispensar", nos rituais cerimoniais católicos em latim, os sacerdotes encerravam antigamente a celebração eucarística com a seguinte frase: "Ite, missa est", que significa "A congregação está dispersa", existe uma multiplicidade de traduções, para encontrar a correta, basta pesquisar pela etimologia de cada palavra para sanscrevé-las na origem do verbo. A palavra "Missa" foi tão imantada magicamente que os sacerdotes negros católicos passaram a chamar toda a cerimônia ritualística de "Missa".

A palavra "Jesus" & "Jesuíta", antes do século 14 d.C. não existiam palavras com a letra J, a letra J foi a última a entrar no alfabeto, "Gian Giorgio Trissino", romano e "Pedro de la Ramée", francês foram os primeiros a distringuir o I do J, entre o ano de 1525. O verdadeiro nome de Cristo não é "Jesus", mas "Yeshua".

A ordem dos "Jesuítas ou Companhia de Jesus", cujos membros são conhecidos como jesuítas, é uma ordem religiosa fundada em 1534 por um grupo de estudantes da "Universidade de Paris", liderados pelo francês "Íñigo López de Loyola", a ordem dos "Jesuítas" é um partido religioso, assim como existem vários partidos políticos antagônicos que estão sempre a guerrear uns contra os outros, existem vários partidos religiosos, os quais são todas as diferentes religiões que guerreiam umas contra as outras.

A "Cidade do Vaticano" é uma cidade-Estado fundada em 1929, após o "Tratado de Latrão", antes o "Vaticano" era chamado apenas "Santa Sé", em latim: "Sancta Sedes, Santa Sede", a "Cúria Romana" é o órgão administrativo da "Santa Sé", constituído pelas autoridades que coordenam e organizam o funcionamento da "Igreja Católica". É geralmente visto como o "Governo da Igreja". Cúria no latim medieval significa "Corte" no sentido de "Corte Real", pelo que a "Cúria Romana" é a corte papal, que assiste o Papa nas suas funções.

A "Cúria Romana" é um tribunal constituído pelo papa e pelos bispados, onde no passado perseguiram e crucificaram "Cristo" e posteriormente perseguiram e assassinaram os apóstolos e vários dos seus seguidores nas "Cruzadas", e na idade média na "Santa Inquisição", reconhecida em outras línguas como "Tribunal do Sacrifício" ou "Tribunal do Santo Ofício".

Todos os que pregavam verdades e escreviam livros espirituais para libertação das almas diferentes do que pregava a religião católica, tinham suas obras destruídas, queimadas e eram condenados por "Heresia" a torturas maquiavélicas em máquinas de tortura semelhantes as nazistas. Hoje a perseguição ocorre da mesma forma, no entanto de forma velada, na forma de censura, bloqueios e prisões aos que corajosamente tentam espalhar as verdades na mídia, porque a verdade é a destruição dos "Governos" e das "Religiões", descendentes dos primitivos doutores da lei "Saduceus" e líderes religiosos "Fariseus".

Fonte De Pesquisa: Ancient Pages

Papa Francisco (Jorge Mario Bergoglio)

terça-feira, 31 de janeiro de 2023

VOCÊ CONHECE SEUS LIMITES? CONHECE SEUS DONS? QUER CONHECER-LOS?

Poder... Essa palavra da língua portuguesa que só de falarmos ou ouvirmos já causa um impacto. Mas o que é o poder? Bem, essa é uma definição um tanto quanto complexa... De que poder estamos falando? Como assim de que poder? Por que desta indagação? Só para título de conhecimento a palavra poder tem segundo o "Dicionário Oxford" vinte e um significados, ou seja, não há somente uma definição do que seja poder, mas várias, mas deixando a semântica de lado e entrando mais no lado da psicologia e da espiritualidade o que importa para você é saber qual poder faz parte da sua vida. Qual poder você exerce sobre você e sobre as coisas que te rodeiam? Qual poder você tem domínio? E qual poder te domina? Será que o poder que você tem hoje na sua vida está te fazendo bem? Está fazendo você progredir? Prosperar? Ser feliz? 

Vamos embarcar juntos nesta jornada e descobrir tudo sobre o poder... Você imagina o poder que nosso cérebro possui? Temos de acordo com as fontes científicas, oitenta e seis bilhões de neurônios, não milhões, mas sim bilhões! Outro fato impressionante é que de acordo com os dados científicos há estimativa de que temos por dia, de cinquenta a setenta mil pensamentos. Exatamente... Só para nível de comparação, isso representa, segundo o estudo da "University Off" na "Califórnia", o conteúdo de cento e setenta e quatro jornais. Ponto que quero chegar aqui é mostrar que desde a fração de segundo que acordamos até a fração de segundo que pegamos o sono, nossa cabeça não para de trabalhar e a pergunta de um milhão de dólares é, você está utilizando essa máquina para o bem ou para o mal na sua vida? É exatamente aí que entra o poder. Permita-me deixar uma reflexão. Quando você acorda e olha no espelho qual o tipo de pessoa que você enxerga? Aquela que tem o poder de fazer, mudar e conquistar ou o que quiser? Ou aquela que caminha conforme a maré, que empurra a vida com a barriga e que sequer pensa que tem algum poder de mudança?!

Quem sabe você enxerga uma pessoa que praticamente já se rendeu às dificuldades? E que o único poder é de ficar depressivo, desanimado, paralisado ao longo da história e observando tanto o lado científico quanto o lado da religião e espiritualidade percebemos o poder da mente, o poder que o pensamento positivo promove fatos incríveis! Na Bíblia, por exemplo, temos inúmeros exemplos de como o poder de uma mente positiva faz... Observe atentamente este versículo, alegre-se sempre no senhor. Outra vez digo, alegre-se!!! "Carta do apóstolo Paulo aos Filipenses", capítulo quatro, versículo quatro, quem lê ou ouve pela primeira vez essa frase, pode pensar que "Paulo", quando enfatizou, alegre-se, estava em uma situação prazerosa junto com os amigos, livre e sem preocupações. Nada disso... "Paulo" escreveu essa frase quando estava preso!

Sim, preso e encarcerado sob as ordens do imperador "Nero", um dos seres mais implacáveis que já existiu. O corpo de "Paulo" estava preso, mas sua mente, seus pensamentos não. Sua fé era tão grande ele não se importava se perderia a vida a qualquer momento. "Paulo" tinha o poder de controle de seus pensamentos para alinhá-los em coisas positivas. Olhem bem a frase novamente. Alegrem-se sempre no senhor. Outra vez digo, alegre-se!!! Paulo preso, sem saber o seu destino e sob a custódia de um louco? É ele quem motiva a comunidade de "Filipos"? É ele que em meio aos grilhões ressalta a importância da alegria. Outro exemplo extraordinário de controle mental e verdadeira fé naquilo que se acredita é a história de "Daniel", que foi obrigado a entrar na cova dos leões, vítima de uma armação de inimigos invejosos, Daniel foi condenado à morte!

Mas em nenhum momento demonstrou fraqueza. Ao contrário, cumpriu a ordem do rei e entrou na cova junto às feras. Ele tinha certeza que seu Deus não o desampararia. Ao amanhecer, o rei chamou "Daniel" e ele saiu. Sem nenhum arranhão!!! E disse, Deus enviou o seu anjo e fechou a boca dos leões. "Daniel", capítulo seis, versículo vinte e um, o poder de controlar seu medo, seu instinto humano, para entrar em uma espaço cheio de feras, podiam destruí-lo em minutos foi tamanho e ele foi recompensado por Deus por não perder sua fé. Isso vai muito além da religião... Coloque-se no lugar desses dois personagens e pense, eu queria a mesma resiliência. Além da Bíblia, a ciência já provou que o poder de controlar a mente em pensamentos positivos existe. A ciência admite que a fé em qualquer coisa que a pessoa possa acreditar de forma positiva na recuperação mais rápida de uma doença. Inúmeros livros falam sobre o assunto, um dos mais conhecidos no mundo é "Mindset" de "Carol Dweck", a psicologia do sucesso, ele é bem ilustrativo de como o poder da mente é real e vital. 

Você sabe o que significa heurística? Esta palavra tem vários significados, mas meu preferido é: Heurística é a ciência do descobrimento. É o processo de tentativa e erro que pode e deve fazer parte das nossas vidas, pois é assim que o ser humano aprende. Os nossos erros nos ajudam a aprender e melhorar. Porém, para alguns é um processo doloroso, pois a falha se torna parte da pessoa. Já para outros é um processo de descoberta como a curiosidade de uma criança ao explorar uma atividade pela primeira vez. Este livro explica a diferença entre os dois tipos de pessoas. E mostra como tudo é uma questão de com qual ângulo estamos observando a vida. O jeito como lidamos com as nossas falhas guia boa parte da nossa vida (se não ela inteira). E tudo é uma questão de "Mindset".

"Mindset", o que significa esta palavra?!

"Mindset" pode ser traduzido do Inglês como "Mentalidade". Hoje em dia, é uma palavra muito utilizada pelos "faria limers". Mas tem um significado bem profundo mesmo assim. "Mindset" é o jeito como encaramos a vida. A Dra. Carol estudou por mais de 30 anos como as pessoas encaram os problemas da vida. A mentalidade com a qual você encara situações pode não só definir seu sucesso como também sua personalidade. E ela diz que existem dois tipos de mentalidade: "Mentalidade Fixa" (Fixed Mindset) ou "Mentalidade de Crescimento" (Growth Mindset). Após estudar diversos tipos de pessoas desde crianças até CEOs, ela chegou à conclusão de que podemos separar todas as pessoas nestes dois grupos.

Mentalidade Fixa (Fixed Mindset)

Pessoas com a mentalidade fixa acreditam que: Pessoas nascem com dons/habilidades e eles nunca mudam. Para saber desenhar/tocar piano/escrever um livro você tem que ter o dom. Seus genes (sua genética) te definem como você é. Para sempre. Suas qualidades são permanentes e nunca mudam. Falhar é errar e isso é algo que devemos evitar ao máximo. Existe amor à primeira vista e isto define o relacionamento já que ele nunca muda. Uma pessoa pode ser mais inteligente que outra. Atletas são geneticamente superiores aos outros já que eles conseguem fazer coisas que pessoas "normais" (trouxas) não conseguiriam.

Mentalidade de Cresciment (Growth Mindset)

Já as pessoas com a mentalidade de crescimento acreditam em: Pessoas nascem com maior ou menor interesse pelas coisas. Para saber desenhar/tocar piano/escrever você tem que praticar e para praticar muito você tem que ter interesse no que faz. Seus genes podem te definir fisicamente, mas o mundo ao seu redor e como você interpreta ele é o que te define como pessoa. Suas qualidades variam conforme você envelhece e aprende coisas novas. Falhar é uma oportunidade para aprender e um desafio a ser superado então devemos sempre buscar a falha. Existe amor à primeira vista e isso é só um indicativo já que as pessoas mudam ao longo dos anos e um relacionamento também muda junto com as pessoas que estão nele. Uma pessoa pode ser melhor que a outra em um determinado tópico se ela se dedicar mais. Afinal existem vários tipos de inteligência. Atletas são pessoas que se dedicaram mais tempo (muito mais tempo) em se desenvolver em um certo esporte do que os outros e assim conseguem atingir feitos incríveis.

Nota: Os comentários foram meio exagerados, mas a ideia é mostrar a diferença clara entre pessoas com mentalidade fixa & mentalidade de crescimento. Um tipo não acredita que as pessoas mudam e outro acredita que estamos mudando constantemente.

Os mindsets mudam o significado da palavra fracasso... De acordo com a autora, em um mindset fixo, o fracasso passa de um fato (eu fracassei neste momento) para uma identidade (eu sou um fracassado). Para muitas pessoas fracassar tem um peso enorme, pois torna quem você é. Para outras, fracassar é uma oportunidade para aprender. Convenhamos ninguém gosta de perder. No entanto, alguns veem isso como um desafio a ser superado (mindset de crescimento) enquanto outros (mindset fixo) veem como uma derrota ou uma barreira (este é meu limite, não consigo ir além deste ponto, etc.).

Como você reagiria a uma nota baixa?

Em um exemplo do livro, a autora descreve um estudo no qual foi perguntado aos alunos de uma escola como eles reagiriam a uma nota baixa em uma prova numa matéria nova, por exemplo quando você está no oitavo ano e começa a ter aulas de física ou química.

A pesquisa mostrou dois tipos de pessoa (ah vá): Um grupo disse que se recebesse nota baixa iria estudar mais para a prova seguinte. Outro grupo disse que iria estudar menos da matéria. Aí você se pergunta, como assim estudar menos? Sim, pois se não levavam jeito para a matéria, logo para que perder tempo… Fica claro como apenas mudando a mentalidade podemos tornar um fracasso em um desafio ou apenas em uma barreira. Agora imagina isso levado por anos. O primeiro grupo (mindset de crescimento) ia estudar mais e mais até as notas começarem a melhorar. Já o segundo grupo (mindset fixo) ia estudar menos. E como podemos imaginar, as notas iriam ladeira abaixo. E quanto menos você estuda mais você reafirma a si mesmo que aquilo não é pra você.

Resumindo: Assim temos algumas resposta para compreendermos melhor o que está acontecendo com o mundo em que hoje vivemos, o porquê algumas pessoas agem de uma forma "totalmente inexplicável", enquanto outras não conseguem aceitar certas "idiotices", que estamos sendo obrigados a aceitar como coisa normal.  

VOCÊ CONHECE SEUS LIMITES? CONHECE SEUS DONS? QUER SE CONHECER?

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