segunda-feira, 23 de janeiro de 2023

LÁ VEM NOVAMENTE O BRASIL DESCENDO A LADEIRA!

Sempre me pergunto qual o motivo que levou o Brasil a ser sempre subdesenvolvido, ter uma população carente de saúde, educação e desenvolvimento, qual o motivo de um país "Tão Rico" e que tinha tudo para ser desenvolvido, ser um país com um povo tão pobre e carente como é nosso povo, e a resposta me vem a mente em um único sopro: "República: A desgraça da nação". Eu sempre me deparei com certas questões, principalmente quando era ainda um garoto, nas aulas de "História", sempre se tocava no tema de quê o nosso querido Brasil, era um país "Rico & Abençoado". Por outro lado porém, eu sempre notei que o povo, pelo menos a "Grande Maioria", era "Pobre & Carente", pobre de espírito, pobre de educação, pobre de conhecimento, e principalmente vivia na pobreza. Apenas uma pequena porcentagem podia-se dizer, era rica, a maioria sempre era carente de algo, e isso sempre me deixou intrigado, chegava a fazer perguntas nas aulas de história, e eu percebia que minhas perguntas irritavam as professoras (talvez porquê elas não sabiam como responder, ou não podiam responder). 

Hoje já estou com os meus sessenta (60) anos nas costas, muitas coisas eu vi e vivi, muitas coisas mudaram, saudades do passado sempre aparece, "mas o importante é a gente ter saúde e ser feliz" (essa é a desculpa de todos os brasileiros). A música por exemplo em nosso país já não é mais como era antes, como tudo no Brasil, também se acabou. O Brasil de hoje, 2023, parece estar nos avessos, homem quer ser mulher, mulher quer ser homem, bandido não vai para a cadeia, já uma pessoa trabalhadora e patriota vai e etc.. Aí... Eu me pergunto: "- Por quê o meu país é tão atrasado assim, por quê parece sempre estar andando na contramão?!". A música brasileira tá uma merda. As letras, então? Meu Deus do céu! Uma porcaria. […] Não sei se o pessoal ficou mais burro, se não tem vontade (de cantar) sobre amizade ou algo que seja: Só sabem falar de bebida e a namorada que traiu. Com essas palavras, "Milton Nascimento" descreveu o que considera ser um dos motivos da decadência da música brasileira. Ele disse isso ao comentar sobre músicas feitas com foco em lucro, vender ao máximo e atingir uma grande massa, mas além do conteúdo das músicas, outros fatores podem apontar sinais de pobreza musical. Saudades... As vezes até me pego com lágrimas nos olhos, principalmente quando acabo ouvindo as músicas atuais. E como sou músico e já fui radialista, isso me incomoda muito!


Alguns críticos consideram que a música é ruim quando:
  • Apresenta pobreza harmônica, com poucos acordes;
  • Apresenta pobreza melódica, com poucas notas;
  • Possui letras ruins, repetitivas, sem riqueza gramatical e simplistas;
  • Possui cantores que não são bons, desafinados, despreparados e que fazem de si mesmos uma atração maior que a própria música;
  • São produzidas não com intuito artístico, mas foco comercial para atingir o maior número de pessoas;
  • Possuem conteúdo materialista e hedonista, focando na sensualidade, na injustiça, no crime e no corpo de uma forma geral;
  • Não levam o ser humano a ser mais inteligente ao ouvi-las;
  • Não contribuem para a elevação virtuosa do ser humano.
O professor "Olavo de Carvalho", comentando o tema da decadência da música brasileira, recorda o que os gregos já diziam sobre essa arte: "Platão" considerava a música como fundamental para a educação e formação da alma, em ordem a desenvolver o senso de harmonia; ela é uma das modalidades, uma espécie de concordância, coerência ou integridade. Por essa razão, ao aprender música, entende-se mais como a coerência rege o universo e o homem, compreende-se melhor a noção de totalidade. "Aristóteles", seu discípulo, seguiu a mesma ideia: Ele viu a arte como uma forma de tentar exteriorizar o que é íntimo ao ser, ou seja, tornar universal o que é individual. O problema é que atualmente muitas músicas não têm a intenção de tocar a alma do homem. Seguindo a explicação do "Professor Olavo de Carvalho", a música possui uma função social, existe em função de quem a ouve, de acordo com o efeito que desencadeia. A música pura, enquanto tal, é uma decisão tardia, fruto da decisão dos músicos em delimitar seu território: Ela se separa posteriormente, não nasceu pura, ficou assim quando ser músico se tornou profissão. O músico era considerado funcionário da corte, tanto quanto o cozinheiro ou a doméstica: Foi assim até o século XIX. Ser músico não era profissão de prestígio até o dia em que se tornou rentável. A ideia da música pura é um subproduto da ascensão social do músico. Chega-se a um ponto onde a música é tão importante em si mesma que os próprios ouvintes não são levados em consideração. Assim, num imperialismo musical, os artistas passam a fazer músicas para outros músicos e não para o povo. A finalidade social da música se perde e surge outro tipo que atende a função social: a música popular.


E lá vem o Brasil sempre descendo a ladeira... Desde a sua fundação enquanto colônia, o Brasil se constituiu no formato de um entreposto do comércio externo. Através da grande empresa colonial portuguesa, o território foi dominado pela gerência da terra, opressão da população indígena local e organização da produção para a instalação do ciclo de exportação extrativista. A arte de governar estabelecida pela grande empresa colonial impôs de forma inédita o domínio transoceânico pela metrópole portuguesa no século 16. Assim, o Brasil colônia estava simultaneamente integrado com a "África" pelo tráfico escravista e com a "Europa" pela exportação de primários e a importação de bens de maior valor agregado de cada época. Três séculos depois, com a independência nacional, em 1822, e mesmo na "República Velha" (1889 e 1930), a dinâmica da economia brasileira permanecia atrelada ao comércio externo. Em 1930, por exemplo, os sete principais produtos de exportação ainda extrativos (café, couro e pele, cacau, borracha, mate, fumo e algodão) representavam 90% de todo o comércio externo do país, ou seja 90% do que era produzido aqui no Brasil era mandado para a "Europa". Com a "Revolução de 1930", a noção de subdesenvolvimento começou a ganhar destaque no entendimento do atraso nacional imposto pelo desequilíbrio estrutural presente no "Balanço de Pagamentos" do país. Na formulação liberal da época, o país deveria se concentrar em sua própria vocação geográfica e histórica, pois a "Mão Invisível" das forças de mercado determinaria o melhor futuro ao território nacional.

Acontece que os países industrializados absorviam em proporções crescentes os ganhos de produtividade alcançados pela produção de nações assentadas no comércio externo de bens primários. Isso porque concentravam o progresso técnico, compensando a importação de produtos agropecuários, cujo preço era definido externamente e em queda no longo prazo, pela exportação de manufaturados com maior valor agregado e preços relativamente estáveis.

Obs.: Note que o preço era definido externamente, ou seja o preço era, ou melhor sempre foi "Controlado Externamente".

Diante de trocas tão desiguais, que sabotavam o desenvolvimento autônomo do país, o projeto de industrialização nacional teve curso com a força liderada pelos tenentistas. Mas meio século depois, o Brasil havia invertido a composição do seu comércio exterior, cuja pauta de exportação de 1980 era composta por 58% de produtos manufaturados, todos de maior valor agregado que os produtos primários. E com a inserção passiva e subordinada do Brasil na globalização desde 1990, a desindustrialização se estabeleceu. E com ela, a própria alteração da posição brasileira no comércio externo, motivado pela volta do ciclo das exportações extrativas, com cada vez mais dependência da produção e exportação primária. A chamada reprimarização da pauta de exportação completou-se, em 2019, com o presidente em "Jair Bolsonaro", quando o conjunto dos produtos básicos que têm contida tecnologia envolvida ou acabamento, como minerais, frutas, grãos e carnes superou o total da exportação dos bens industrializados. Somente os sete principais produtos de exportação no ano passado, constituídos de produtos primários (soja, petróleo, minério de ferro, celulose, milho, carnes e café), representaram 50,1% do total da pauta de exportações do país. 


O conceito de pobreza é amplo e está diretamente relacionado à ausência de bens e serviços básicos de uma população. Desse modo, o termo pobreza indica uma carência que pode ser alimentar, financeira ou, ainda, de outro elemento básico que possa impactar diretamente a qualidade de vida e até mesmo a sobrevivência de uma pessoa... Como a pobreza, cultural, espiritual, além da financeira! Nesse sentido, para a compreensão e aplicação de classificações de pobreza, é necessário elencar diferentes facetas, como a humana, a econômica e a social. Sendo assim, torna-se importante destacar que a pobreza é um conceito qualitativo, ou seja, deve ser entendida para além de valores estatísticos. 

O Brasil possui um histórico de pobreza de sua população, cenário endossado por diferentes pesquisas, que indicam que o número de pobres no país ainda é considerável, apesar da sua importante redução nas últimas décadas. Primeiramente, a pobreza no Brasil possui motivações históricas! A colonização do país (tendo este sido uma colônia basicamente voltada para exploração e baseada no sistema escravagista de produção) provocou uma grande desigualdade de renda e gerou uma massa de população totalmente desprovida de recursos básicos para a sobrevivência.

Esse cenário foi um dos geradores da grande diferença de renda entre as camadas sociais no nosso país, já que os rendimentos ficaram concentrados em uma pequena parcela da população, dona de grandes propriedades de terra e dos meios de produção; e ele continuou ao longo do processo de construção histórica do Brasil, mesmo após a independência, estendendo-se pelo século XX. O crescimento da população urbana, por meio do êxodo rural e do consequente aumento das cidades, gerou uma concentração de pobres nas áreas periféricas dos grandes centros urbanos. Na periferia ficaram concentrados grupos de pessoas recém-chegadas da zona rural em busca de melhores condições de vida, mas que não possuíam meios básicos de sobrevivência. Assim, a urbanização desenfreada e a pouca oferta de emprego e renda culminaram num grande processo de concentração de capital e desigualdade social no país.

Nota: Quando a atual ministra "Marina Silva". diz haver 120 milhões de pessoas passando fome no Brasil, talvez ela quis dizer "Fome Geral", não apenas fisicamente, mas principalmente cultural e espiritualmente. Mas isso não vem ao caso, e talvez nem seja 120 milhões, creio que a "Fome Geral" ultrapassa esse numero. Hoje, 23/01/2023, o Brasil está com 216.422.446 milhões de habitantes, creio que chega à 195 milhões de pessoas famintas e carentes. 

Obs.: Sem contar que estamos todos passando por uma enorme "Lavagem Cerebral", chemtrail, cloro na água que bebemos, alimentos geneticamente modificados (transgênicos), vacinas e etc.. Mas isso é assunto para outro dia!!!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

ESTAMOS TODOS NO MESMO BARCO... TODOS IREMOS AFUNDAR

 
O que você pensa nesta situação? Que todos irão se salvar ou que todos irão afundar? Ou que só sobrevivem os melhores? Se você estivesse nesta situação, o que faria? São com estas perguntas que inicio... Os apoiadores e comparsas do atual presidente do Brasil, janeiro de 2023, não estão levando em consideração que se o "Barco Afundar", iremos todos afundar juntos! Em um dos seus comentários o atual presidente diz que: "O empresário não ganha muito dinheiro porque ele trabalhou. Ele ganha muito dinheiro porque os trabalhadores dele trabalharam". É a eterna tentativa de colocar patrões e empregados em tensão, como se um não dependesse do outro necessariamente. Eles dividem a sociedade!!!
Obs.: "Dividir Para Conquistar"... Em política e sociologia, dividir para conquistar consiste em ganhar o controle de um lugar por meio da fragmentação das maiores concentrações de poder, impedindo que se mantenham individualmente. O conceito refere-se a uma estratégia que tenta romper as estruturas de poder existentes e não deixar que grupos menores juntem-se. 

O patrão não trabalha, ele contrata outros que trabalham pra ele e acaba rico. Essa é uma falácia das mais antigas no mundo, alimentada, claro, pelo "Marxismo" recalcado e ignorante. Parte da premissa de que o empresário não agrega valor a alguma economia, que ele simplesmente explora o trabalhador e coleta a mais valia. Como muito oportunista e ignorante repete por aí essa baboseira até hoje, tentando entregar a população numa "Falsa Luta De Classes", a verdadeira se dá entre quem produz riqueza, empresário e trabalhador juntos, contra quem consome essa riqueza por meio do "Estado". Vale então rebater esse absurdo. Eu explico o meu antídoto contra a fase esquerdista na juventude... Eu nunca fui de esquerda, graças a Deus! O Prof. Guilherme ficava lá, falando baboseira sobre "Luta De Classes", mais valia, exploração capitalista, patrões sanguessugas. E essa bobagem toda, teórica, não batia com a minha experiência. Em casa. Eu lembro de uma ocasião de férias, quando meu tio era incapaz de relaxar por um segundo que fosse ligado ao noticiário do Brasil o tempo inteiro para acompanhar aqueles planos mirabolantes daqueles nossos economistas idiotas.
Atual Presidente Do Brasil
Ele ficava tenso, pois ele tinha quase +/- uns 100 funcionários que dependiam do seu sucesso, do sucesso do restaurante que ele era o proprietário, para sobreviver. O homem trabalhava para caramba, não relaxava, quase não tinha tempo nem para brincar e curtir a vida. E depois, aquele professor recalcado, "Comunista", repetia que alguém como meu tio não fazia nada da vida, não trabalhava, só explorava os trabalhadores, um pateta que nada sabia, como eu já podia notar então. E assim eu fui blindado do esquerdismo desde a minha infância. Se os marxistas lessem os austríacos, eles saberiam melhor do papel dos empreendedores na economia. Segundo "Kirchner", por exemplo, a função do empreendedor será justamente aproveitar as oportunidades criadas pela ignorância existência no processo de mercado. Se houvesse uma onisciência, não haveria necessidade de empreendedores. Tudo poderia ser decidido pelo planejamento central. É a figura do empreendedor que vai perceber oportunidades existentes de lucro. Porque há alguma falha no mercado. Este empreendedor não precisa ser um proprietário dos recursos de produção. Ele pode começar com mil dólares numa garagem. Ele simplesmente vai saber onde comprar os recursos por um preço que vai ser vantajoso produzir e vender determinado produto. Seu valor vem exatamente da descoberta dessa oportunidade existente.
E não explorando alguém ou alguma coisa. Só essa situação de imperfeição. O equilíbrio do mercado não existe como numa fórmula clássica. O empreendedor não teria função nesse cenário, porque não haveria como coordenar os agentes para obter lucro. É a ineficiência existente na realidade que permite uma realocação dos recursos por parte desses empreendedores, tornando o resultado da economia mais eficiente. O empreendedor fica alerta para a possibilidade de usos melhores dos recursos escassos, não apenas para as demandas e ofertas já existentes, como também para mudanças nelas. Se os marxistas conhecessem "Ayn Rand" também, eles evitariam esse constrangimento de declarações estúpidas sobre o rico ter explorado o pobre trabalhador para ficar rico. Em seu brilhante discurso sobre o dinheiro ser ou não a origem do mal, eis o que o herói da autora russa diz: "Os que alegam que o trabalho braçal apenas é que gera produção, deveriam tentar obter comida e outros bens indispensáveis sozinhos na natureza. Vão aprender que são as mentes dos homens, a inteligência, que está por trás dos bens produzidos e da riqueza gerada no mundo todo. A riqueza é o produto da capacidade humana de pensar. Ela não é estática, disponível na natureza para o bel prazer da humanidade.".
Ela é criada, possível, pelos que inventam a riqueza! Riscam, pensam, empreendem... Isso não é feito às custas dos incompetentes, preguiçosos ou tolos, ou burros. Não é resultado da exploração de nada, mas sim fruto do potencial e da habilidade. De alguns homens... Um homem honesto é aquele que sabe que não pode consumir mais do que ele produziu, pois precisa consumir os bens de acordo com trocas livres, voluntárias, oferecendo algo de valor em troca, o seu esforço, a sua produção. Simplificando, um produtor de calçados troca parte da sua produção pelo leite produzido por outro... E por aí vai! Cada um julga mais valioso o que está recebendo em troca do que está ofertando. Uma troca livre necessariamente satisfaz ambas as partes envolvidas, senão não haveria a troca. E o dinheiro nada mais é do que um meio dessa troca, um facilitador para esse escambo. Por representar ali um denominador comum, e expressar na mesma unidade de valor o que cada indivíduo atribui a esse produto, cujo preço de mercado vai ser o encontro da oferta com a demanda. Técnico demais?! Ou dá pra entender?! Talvez não um marxista, né?! Em suma, quem afirma que um empresário ficou rico porque explorou o trabalho alheio ou não entende nada, absolutamente nada de economia, ou entende e não passa de um canalha oportunista que tenta jogar uns contra os outros para tirar prove desse sensacionalismo bar.


Esses indivíduos não conhecem a ideia de "Trabalhar Em Equipe"... Imagine um pequeno barco a deriva rodeado de tubarões e piranhas com um grande furo na parte da frente. Nele estão duas pessoas atrás e as outras na parte da frente as quais estão tentando salvá-los do pior quando o que está atrás diz: "Calma, o furo é do lado deles!"... E este barco não é o navio do Jack Sparrow, ok?! O bom desempenho no trabalho em equipe exige competências diferentes de um trabalho individual. Se estamos no mesmo barco, algumas habilidades podem e devem ser praticadas e desenvolvidas por todos nós. Tenho certeza que se cobra ou cobra dos demais algumas destas atitudes:
  • Participe, procure estar atento ao que acontece no dia a dia;
  • Reconheça as suas falhas, não perca tempo se justificando;
  • Não aja ou julgue com base na teoria do achismo;
  • Seja persistente, esperar de bandeja é para os acomodados ouça, todos têm direito de expressar opiniões;
  • Não deixe o que tem que fazer para a última hora;
  • Resolva conflitos de forma construtiva para ambos os lados.
Nota: Construa um espírito de equipe, coopere. Não ache que tudo depende do seu conhecimento e de que somos os principais e únicos conhecedores. Lembre-se: "Os frutos colhidos dependem da fertilidade da terra, da água e do sol".

Já, com relação à desigualdade social e ao injusto processo de distribuição de renda, as dificuldades são maiores, pois se o avanço tecnológico e a automação continuarão liberando contingentes cada vez maiores da mão-de-obra menos preparada e adaptada ao "novo" (considerando que nos países menos desenvolvidos, cuja maior parte da força de trabalho é assim caracterizada), a crise do "Corona Vírus" criará dificuldades adicionais. Os países mais vulneráveis, que sem dúvida aumentarão ainda mais seus já altíssimos déficits orçamentários, terão dificuldades para fazer investimentos e de manter suas políticas sociais, com consequências humanitárias ainda mais desastrosas. Os riscos são reais e iminentes, com possibilidades de se alcançar um desastre ainda maior, posto que é clara a falta de rumo e liderança, não só para o enfrentamento da tal pandemia, mas para que o Brasil estabeleça um plano no qual consiga voltar à "Nova Normalidade", cujo combate ao desemprego e à desigualdade parece ser fundamental. Ah, é sempre bom lembrar, respeitando-se a "Constituição" e o "Estado Democrático de Direito". 

Fernando Mitre - Afinal, que reforma o Presidente Lula quer?!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

AUDIOTERAPIA & AUTO HIPNOSE: O FIM DA ANSIEDADE

 

O FIM DA ANSIEDADE

Descubra o segredo para blindar a sua mente contra a ansiedade e ter uma vida verdadeiramente livre. Aqui você utilizará conceitos da auto hipnose que parte dos mesmos princípios da hipnose, porém, ao invés de usá-la em outra pessoa será usada em si mesmo. A "Audioterapia" é um conceito de sons poderosos de mudança interna alinhada a técnicas de "Auto Hipnose". Pois, com essa técnica é possível melhorar a capacidade de concentração, combater vícios e superar traumas. E, principalmente, trazer benefícios à saúde por meio da "Hipnoterapia", que é a aliança da hipnose com procedimentos terapêuticos. Afinal, a "Hipnoterapia" consiste em tratar problemas reais, e tem sido cada vez mais utilizada por profissionais de diversos segmentos. O ato de permanecer concentrado também torna o indivíduo melhor comunicador, tanto por se tornar um bom ouvinte quanto por conseguir se manter focado no estado atual, aliviando sintomas como ansiedade, estresse, insegurança, etc.. Dentro deste processo basta apenas que você queira e se permita passar por esse processo transformador. A auto hipnose nada mais é do que uma atitude mental. Todas as pessoas hoje conseguem passar pelo processo, inclusive você.

Principais benefícios da "Auriculoterapia" para a saúde!

Desenvolvida na década de 1950 pelo médico "Paul Nogier" e devidamente reconhecida como eficaz pela própria OMS, a "Auriculoterapia" pode aliviar muitos males como dores pós-câncer, ciática, distúrbios do sono, entre outras enfermidades.

O que é Auriculoterapia?

Parte bastante conhecida da "Medicina Integrativa", a "Auriculoterapia" como a conhecemos hoje é uma técnica de "Reflexologia Francesa" que se baseia na estimulação dos pavilhões reflexos do ouvido, que são ricamente inervados. Descoberta pelo médico "Paul Nogier" em 1951 e desenvolvida com praticantes chineses na década de 1960, a "Auriculoterapia" tem sido objeto de diversos estudos neurofisiológicos para comprovar sua eficácia. Praticada em diversos hospitais, a "Auriculoterapia" é uma prática reconhecida pela "Organização Mundial de Saúde" desde 1987. Além disso, por iniciativa do "Doutor Paul Nogier", um seminário internacional tem sido realizado todos os anos desde 1994 para reunir especialistas nesta técnica que desejam colaborar no desenvolvimento do método, baseado na experimentação científica e clínica.

As indicações para "Auriculoterapia"

Muitas dores podem ser aliviadas com a "Auriculoterapia", como:

  • O nervo ciático;
  • Diminui dores nas costas;
  • Para enxaqueca;
  • Para dor de osteoartrite;
  • Dores após a cirurgia;
  • Dores após radioterapia;
  • Para neuralgia;
  • Para membros fantasmas.

Os benefícios da "Auriculoterapia"

Depois de alguns estudos, os especialistas descobriram que essa disciplina alternativa tinha muito bons resultados em:

  • Dor fantasma após amputação de membro;
  • Dor após cirurgia de mama (pós-mastectomia e dissecção de linfonodos no caso de câncer de mama, por exemplo);
  • Dor na cicatriz pós-radioterapia.

Obs.: A "Auriculoterapia" é particularmente eficaz no tratamento da dor do tipo neuropático, ou seja, em conexão com a deterioração de um circuito nervoso.

Pode-se assim aliviar as dores relacionadas com cicatrizes nervosas que aparecem por choques elétricos, perda de sensibilidade ou sensação de endurecimento da pele. Em poucos minutos, a "Auriculoterapia" permite restabelecer a conexão com a zona reflexa, recuperar uma boa sensibilidade e, portanto, melhorar a mobilidade dos membros

Auriculoterapia para curar a mente

Além de sua eficácia na dor, a "Auriculoterapia" é particularmente interessante para:

  • O gerenciamento do estresse;
  • Os distúrbios digestivos funcionais;
  • A ansiedade;
  • A insônia;
  • A depressão;
  • Gestão de dependências ( tratamento do tabagismo );
  • Os transtornos alimentares.

Como funciona uma sessão de "Auriculoterapia"?

Depois de ter feito seu diagnóstico, o médico "Auriculoterapeuta" irá estimular a área suburbana da orelha correspondente à área de inervação em questão, usando: Um dispositivo elétrico, ele vai detectar um ponto sensível ao nível do pavilhão auricular. Em seguida, ele vai picar esse ponto com uma agulha que vai inibir a mensagem dolorosa. O resultado costuma ser  imediato e duradouro. Além da gravidez, não há contra-indicação para a "Auriculoterapia". A "Auriculoterapia" é eficaz contra um grande número de dores, como reumatismo, neuralgia, ciática, distúrbios digestivos, herpes zoster ou dor nas costas. Essa prática também oferece muitos benefícios para o tratamento de transtornos mentais, como estresse, ansiedade, nervosismo, distúrbios do sono ou até mesmo vícios.

Nota: Na maioria dos casos, esse tratamento permite reduzir consideravelmente ou mesmo eliminar em alguns casos os medicamentos prescritos para a dor.

Atenção: Você pode danificar sua audição ou seus alto-falantes se tocar tons em volumes extremos.

As pessoas não conseguem ouvir sons < 20 Hz e > 10.000 Hz muito bem. Se você aumentar o volume do seu dispositivo para compensar, poderá se expor a níveis de som nocivos e seus alto-falantes a correntes nocivas. Por segurança, observe o nível de volume que permite ouvir um tom de 1.000 Hz sem desconforto e não se desvie muito acima desse nível, mesmo que você não consiga ouvir muito – especialmente na faixa alta, onde sua audição é o mais frágil.

Instruções

Para reproduzir um tom constante, clique em PLAY ou pressione Espaço.

Para alterar a frequência, arraste o controle deslizante ou pressione ← → (teclas de seta). Para ajustar a frequência em 1 Hz, use os botões ou pressione Shift + ← e Shift + →. Para ajustar a frequência em 0,01 Hz, pressione Ctrl + ← e Ctrl + →; para ajustá-la em 0,001 Hz, pressione Ctrl + Shift + ← e Ctrl + Shift+ → Para reduzir pela metade/dobrar a frequência (descer/subir uma oitava), clique em ×½ e ×2.

Nota: Para alterar o tipo de onda de uma onda senoidal (tom puro) para uma onda quadrada/triângulo/dente de serra, clique no botão. Você pode misturar tons abrindo o Gerador de tons online em várias guias do navegador.

Para que posso usar este gerador de tons?

  1. Afinar instrumentos, experimentos científicos (qual é a frequência de ressonância deste copo de vinho?), testar equipamentos de áudio (quão baixo meu subwoofer vai?), testar sua audição (qual é a frequência mais alta que você pode ouvir? Existem frequências que você pode ouvir em apenas um orelha?);
  2. Correspondência de frequência do zumbido. Se você tem zumbido de tom puro, este gerador de frequência online pode ajudá-lo a determinar sua frequência. Conhecer a frequência do zumbido pode permitir que você direcione melhor os sons de mascaramento e o treinamento de discriminação de frequência. Quando você encontrar uma frequência que pareça corresponder ao seu zumbido, certifique-se de verificar as frequências uma oitava acima (frequência × 2) e uma oitava abaixo (frequência × ½), pois é fácil confundir tons separados por uma oitava;
  3. Doença de Alzheimer. Alguns cientistas do MIT estão investigando seriamente a possibilidade de que tons de 40 Hz possam reverter algumas das mudanças moleculares no cérebro de pacientes com Alzheimer. Estudos iniciais em camundongos transgênicos mostraram resultados promissores, mas (como costuma acontecer) os testes em humanos em estágio inicial mostram um quadro muito mais obscuro. Mais estudos estão em andamento. Aqui está um resumo da pesquisa até agora e um relatório de um usuário que experimentou a terapia de 40 Hz em sua esposa, (Observe que este gerador de tom não é um dispositivo médico, não garanto nada!).