O que você pensa nesta situação? Que todos irão se salvar ou que todos irão afundar? Ou que só sobrevivem os melhores? Se você estivesse nesta situação, o que faria? São com estas perguntas que inicio... Os apoiadores e comparsas do atual presidente do Brasil, janeiro de 2023, não estão levando em consideração que se o "Barco Afundar", iremos todos afundar juntos! Em um dos seus comentários o atual presidente diz que: "O empresário não ganha muito dinheiro porque ele trabalhou. Ele ganha muito dinheiro porque os trabalhadores dele trabalharam". É a eterna tentativa de colocar patrões e empregados em tensão, como se um não dependesse do outro necessariamente. Eles dividem a sociedade!!!
Obs.: "Dividir Para Conquistar"... Em política e sociologia, dividir para conquistar consiste em ganhar o controle de um lugar por meio da fragmentação das maiores concentrações de poder, impedindo que se mantenham individualmente. O conceito refere-se a uma estratégia que tenta romper as estruturas de poder existentes e não deixar que grupos menores juntem-se.
O patrão não trabalha, ele contrata outros que trabalham pra ele e acaba rico. Essa é uma falácia das mais antigas no mundo, alimentada, claro, pelo "Marxismo" recalcado e ignorante. Parte da premissa de que o empresário não agrega valor a alguma economia, que ele simplesmente explora o trabalhador e coleta a mais valia. Como muito oportunista e ignorante repete por aí essa baboseira até hoje, tentando entregar a população numa "Falsa Luta De Classes", a verdadeira se dá entre quem produz riqueza, empresário e trabalhador juntos, contra quem consome essa riqueza por meio do "Estado". Vale então rebater esse absurdo. Eu explico o meu antídoto contra a fase esquerdista na juventude... Eu nunca fui de esquerda, graças a Deus! O Prof. Guilherme ficava lá, falando baboseira sobre "Luta De Classes", mais valia, exploração capitalista, patrões sanguessugas. E essa bobagem toda, teórica, não batia com a minha experiência. Em casa. Eu lembro de uma ocasião de férias, quando meu tio era incapaz de relaxar por um segundo que fosse ligado ao noticiário do Brasil o tempo inteiro para acompanhar aqueles planos mirabolantes daqueles nossos economistas idiotas.
Atual Presidente Do Brasil
Ele ficava tenso, pois ele tinha quase +/- uns 100 funcionários que dependiam do seu sucesso, do sucesso do restaurante que ele era o proprietário, para sobreviver. O homem trabalhava para caramba, não relaxava, quase não tinha tempo nem para brincar e curtir a vida. E depois, aquele professor recalcado, "Comunista", repetia que alguém como meu tio não fazia nada da vida, não trabalhava, só explorava os trabalhadores, um pateta que nada sabia, como eu já podia notar então. E assim eu fui blindado do esquerdismo desde a minha infância. Se os marxistas lessem os austríacos, eles saberiam melhor do papel dos empreendedores na economia. Segundo "Kirchner", por exemplo, a função do empreendedor será justamente aproveitar as oportunidades criadas pela ignorância existência no processo de mercado. Se houvesse uma onisciência, não haveria necessidade de empreendedores. Tudo poderia ser decidido pelo planejamento central. É a figura do empreendedor que vai perceber oportunidades existentes de lucro. Porque há alguma falha no mercado. Este empreendedor não precisa ser um proprietário dos recursos de produção. Ele pode começar com mil dólares numa garagem. Ele simplesmente vai saber onde comprar os recursos por um preço que vai ser vantajoso produzir e vender determinado produto. Seu valor vem exatamente da descoberta dessa oportunidade existente.
E não explorando alguém ou alguma coisa. Só essa situação de imperfeição. O equilíbrio do mercado não existe como numa fórmula clássica. O empreendedor não teria função nesse cenário, porque não haveria como coordenar os agentes para obter lucro. É a ineficiência existente na realidade que permite uma realocação dos recursos por parte desses empreendedores, tornando o resultado da economia mais eficiente. O empreendedor fica alerta para a possibilidade de usos melhores dos recursos escassos, não apenas para as demandas e ofertas já existentes, como também para mudanças nelas. Se os marxistas conhecessem "Ayn Rand" também, eles evitariam esse constrangimento de declarações estúpidas sobre o rico ter explorado o pobre trabalhador para ficar rico. Em seu brilhante discurso sobre o dinheiro ser ou não a origem do mal, eis o que o herói da autora russa diz: "Os que alegam que o trabalho braçal apenas é que gera produção, deveriam tentar obter comida e outros bens indispensáveis sozinhos na natureza. Vão aprender que são as mentes dos homens, a inteligência, que está por trás dos bens produzidos e da riqueza gerada no mundo todo. A riqueza é o produto da capacidade humana de pensar. Ela não é estática, disponível na natureza para o bel prazer da humanidade.".
Ela é criada, possível, pelos que inventam a riqueza! Riscam, pensam, empreendem... Isso não é feito às custas dos incompetentes, preguiçosos ou tolos, ou burros. Não é resultado da exploração de nada, mas sim fruto do potencial e da habilidade. De alguns homens... Um homem honesto é aquele que sabe que não pode consumir mais do que ele produziu, pois precisa consumir os bens de acordo com trocas livres, voluntárias, oferecendo algo de valor em troca, o seu esforço, a sua produção. Simplificando, um produtor de calçados troca parte da sua produção pelo leite produzido por outro... E por aí vai! Cada um julga mais valioso o que está recebendo em troca do que está ofertando. Uma troca livre necessariamente satisfaz ambas as partes envolvidas, senão não haveria a troca. E o dinheiro nada mais é do que um meio dessa troca, um facilitador para esse escambo. Por representar ali um denominador comum, e expressar na mesma unidade de valor o que cada indivíduo atribui a esse produto, cujo preço de mercado vai ser o encontro da oferta com a demanda. Técnico demais?! Ou dá pra entender?! Talvez não um marxista, né?! Em suma, quem afirma que um empresário ficou rico porque explorou o trabalho alheio ou não entende nada, absolutamente nada de economia, ou entende e não passa de um canalha oportunista que tenta jogar uns contra os outros para tirar prove desse sensacionalismo bar.
Esses indivíduos não conhecem a ideia de "Trabalhar Em Equipe"... Imagine um pequeno barco a deriva rodeado de tubarões e piranhas com um grande furo na parte da frente. Nele estão duas pessoas atrás e as outras na parte da frente as quais estão tentando salvá-los do pior quando o que está atrás diz: "Calma, o furo é do lado deles!"... E este barco não é o navio do Jack Sparrow, ok?! O bom desempenho no trabalho em equipe exige competências diferentes de um trabalho individual. Se estamos no mesmo barco, algumas habilidades podem e devem ser praticadas e desenvolvidas por todos nós. Tenho certeza que se cobra ou cobra dos demais algumas destas atitudes:
Participe, procure estar atento ao que acontece no dia a dia;
Reconheça as suas falhas, não perca tempo se justificando;
Não aja ou julgue com base na teoria do achismo;
Seja persistente, esperar de bandeja é para os acomodados ouça, todos têm direito de expressar opiniões;
Não deixe o que tem que fazer para a última hora;
Resolva conflitos de forma construtiva para ambos os lados.
Nota: Construa um espírito de equipe, coopere. Não ache que tudo depende do seu conhecimento e de que somos os principais e únicos conhecedores. Lembre-se: "Os frutos colhidos dependem da fertilidade da terra, da água e do sol".
Já, com relação à desigualdade social e ao injusto processo de distribuição de renda, as dificuldades são maiores, pois se o avanço tecnológico e a automação continuarão liberando contingentes cada vez maiores da mão-de-obra menos preparada e adaptada ao "novo" (considerando que nos países menos desenvolvidos, cuja maior parte da força de trabalho é assim caracterizada), a crise do "Corona Vírus" criará dificuldades adicionais. Os países mais vulneráveis, que sem dúvida aumentarão ainda mais seus já altíssimos déficits orçamentários, terão dificuldades para fazer investimentos e de manter suas políticas sociais, com consequências humanitárias ainda mais desastrosas. Os riscos são reais e iminentes, com possibilidades de se alcançar um desastre ainda maior, posto que é clara a falta de rumo e liderança, não só para o enfrentamento da tal pandemia, mas para que o Brasil estabeleça um plano no qual consiga voltar à "Nova Normalidade", cujo combate ao desemprego e à desigualdade parece ser fundamental. Ah, é sempre bom lembrar, respeitando-se a "Constituição" e o "Estado Democrático de Direito".
Fernando Mitre - Afinal, que reforma o Presidente Lula quer?!
Descubra o segredo para blindar a sua mente contra a ansiedade e ter uma vida verdadeiramente livre. Aqui você utilizará conceitos da auto hipnose que parte dos mesmos princípios da hipnose, porém, ao invés de usá-la em outra pessoa será usada em si mesmo. A "Audioterapia" é um conceito de sons poderosos de mudança interna alinhada a técnicas de "Auto Hipnose". Pois, com essa técnica é possível melhorar a capacidade de concentração, combater vícios e superar traumas. E, principalmente, trazer benefícios à saúde por meio da "Hipnoterapia", que é a aliança da hipnose com procedimentos terapêuticos. Afinal, a "Hipnoterapia" consiste em tratar problemas reais, e tem sido cada vez mais utilizada por profissionais de diversos segmentos. O ato de permanecer concentrado também torna o indivíduo melhor comunicador, tanto por se tornar um bom ouvinte quanto por conseguir se manter focado no estado atual, aliviando sintomas como ansiedade, estresse, insegurança, etc.. Dentro deste processo basta apenas que você queira e se permita passar por esse processo transformador. A auto hipnose nada mais é do que uma atitude mental. Todas as pessoas hoje conseguem passar pelo processo, inclusive você.
Principais benefícios da "Auriculoterapia" para a saúde!
Desenvolvida na década de 1950 pelo médico "Paul Nogier" e devidamente reconhecida como eficaz pela própria OMS, a "Auriculoterapia" pode aliviar muitos males como dores pós-câncer, ciática, distúrbios do sono, entre outras enfermidades.
O que é Auriculoterapia?
Parte bastante conhecida da "Medicina Integrativa", a "Auriculoterapia" como a conhecemos hoje é uma técnica de "Reflexologia Francesa" que se baseia na estimulação dos pavilhões reflexos do ouvido, que são ricamente inervados. Descoberta pelo médico "Paul Nogier" em 1951 e desenvolvida com praticantes chineses na década de 1960, a "Auriculoterapia" tem sido objeto de diversos estudos neurofisiológicos para comprovar sua eficácia. Praticada em diversos hospitais, a "Auriculoterapia" é uma prática reconhecida pela "Organização Mundial de Saúde" desde 1987. Além disso, por iniciativa do "Doutor Paul Nogier", um seminário internacional tem sido realizado todos os anos desde 1994 para reunir especialistas nesta técnica que desejam colaborar no desenvolvimento do método, baseado na experimentação científica e clínica.
Depois de alguns estudos, os especialistas descobriram que essa disciplina alternativa tinha muito bons resultados em:
Dor fantasma após amputação de membro;
Dor após cirurgia de mama (pós-mastectomia e dissecção de linfonodos no caso de câncer de mama, por exemplo);
Dor na cicatriz pós-radioterapia.
Obs.: A "Auriculoterapia" é particularmente eficaz no tratamento da dor do tipo neuropático, ou seja, em conexão com a deterioração de um circuito nervoso.
Pode-se assim aliviar as dores relacionadas com cicatrizes nervosas que aparecem por choques elétricos, perda de sensibilidade ou sensação de endurecimento da pele. Em poucos minutos, a "Auriculoterapia" permite restabelecer a conexão com a zona reflexa, recuperar uma boa sensibilidade e, portanto, melhorar a mobilidade dos membros
Auriculoterapia para curar a mente
Além de sua eficácia na dor, a "Auriculoterapia" é particularmente interessante para:
O gerenciamento do estresse;
Os distúrbios digestivos funcionais;
A ansiedade;
A insônia;
A depressão;
Gestão de dependências ( tratamento do tabagismo );
Depois de ter feito seu diagnóstico, o médico "Auriculoterapeuta" irá estimular a área suburbana da orelha correspondente à área de inervação em questão, usando: Um dispositivo elétrico, ele vai detectar um ponto sensível ao nível do pavilhão auricular. Em seguida, ele vai picar esse ponto com uma agulha que vai inibir a mensagem dolorosa. O resultado costuma ser imediato e duradouro. Além da gravidez, não há contra-indicação para a "Auriculoterapia". A "Auriculoterapia" é eficaz contra um grande número de dores, como reumatismo, neuralgia, ciática, distúrbios digestivos, herpes zoster ou dor nas costas. Essa prática também oferece muitos benefícios para o tratamento de transtornos mentais, como estresse, ansiedade, nervosismo, distúrbios do sono ou até mesmo vícios.
Nota: Na maioria dos casos, esse tratamento permite reduzir consideravelmente ou mesmo eliminar em alguns casos os medicamentos prescritos para a dor.
Atenção: Você pode danificar sua audição ou seus alto-falantes se tocar tons em volumes extremos.
As pessoas não conseguem ouvir sons < 20 Hz e > 10.000 Hz muito bem. Se você aumentar o volume do seu dispositivo para compensar, poderá se expor a níveis de som nocivos e seus alto-falantes a correntes nocivas. Por segurança, observe o nível de volume que permite ouvir um tom de 1.000 Hz sem desconforto e não se desvie muito acima desse nível, mesmo que você não consiga ouvir muito – especialmente na faixa alta, onde sua audição é o mais frágil.
Para reproduzir um tom constante, clique em PLAY ou pressione Espaço.
Para alterar a frequência, arraste o controle deslizante ou pressione ← → (teclas de seta). Para ajustar a frequência em 1 Hz, use os botões ou pressione Shift + ← e Shift + →. Para ajustar a frequência em 0,01 Hz, pressione Ctrl + ← e Ctrl + →; para ajustá-la em 0,001 Hz, pressione Ctrl + Shift + ← e Ctrl + Shift+ → Para reduzir pela metade/dobrar a frequência (descer/subir uma oitava), clique em ×½ e ×2.
Nota: Para alterar o tipo de onda de uma onda senoidal (tom puro) para uma onda quadrada/triângulo/dente de serra, clique no botão. Você pode misturar tons abrindo o Gerador de tons online em várias guias do navegador.
Para que posso usar este gerador de tons?
Afinar instrumentos, experimentos científicos (qual é a frequência de ressonância deste copo de vinho?), testar equipamentos de áudio (quão baixo meu subwoofer vai?), testar sua audição (qual é a frequência mais alta que você pode ouvir? Existem frequências que você pode ouvir em apenas um orelha?);
Correspondência de frequência do zumbido. Se você tem zumbido de tom puro, este gerador de frequência online pode ajudá-lo a determinar sua frequência. Conhecer a frequência do zumbido pode permitir que você direcione melhor os sons de mascaramento e o treinamento de discriminação de frequência. Quando você encontrar uma frequência que pareça corresponder ao seu zumbido, certifique-se de verificar as frequências uma oitava acima (frequência × 2) e uma oitava abaixo (frequência × ½), pois é fácil confundir tons separados por uma oitava;
Doença de Alzheimer. Alguns cientistas do MIT estão investigando seriamente a possibilidade de que tons de 40 Hz possam reverter algumas das mudanças moleculares no cérebro de pacientes com Alzheimer. Estudos iniciais em camundongos transgênicos mostraram resultados promissores, mas (como costuma acontecer) os testes em humanos em estágio inicial mostram um quadro muito mais obscuro. Mais estudos estão em andamento. Aqui está um resumo da pesquisa até agora e um relatório de um usuário que experimentou a terapia de 40 Hz em sua esposa, (Observe que este gerador de tom não é um dispositivo médico, não garanto nada!).
Hoje é 10 de janeiro de 2023... Em apenas dez (10) dias o governo Lula já realizou uma "Bagunça Infernal No País", são tantas que nem sei por onde começar. Vamos começar aconselhando as pessoas que possuem condições à saírem do país, a tendência é piorar ainda mais daqui para a frente, há várias empresas especializadas que hoje conseguem rapidamente o visto eb1 e eb2. E você com certeza deve estar pensando: "O que que eu faço agora?!". Você têm duas (2) coisas que pode fazer:
Pensar o que eu poderia fazer para sobreviver em um país sem me envolver com o "Sistema" de governo, a solução é encontrar mais pessoas que pensam como você, que também querem viver sem se envolver com o "Sistema" e formar uma "Comunidade Apolítica". Existem indivíduos que não votam nas eleições e se desentendem da realidade política porque acreditam que nenhum partido lhes representa adequadamente (ou que TODOS SÃO FARINHA DO MESMO SACO). Outras pessoas se sentem profundamente decepcionadas com a realidade política em seu conjunto e consequentemente não optam por nenhuma opção. Neste coletivo é comum o uso de algumas expressões: "Todos Os Políticos São Iguais", "Não Acredito Na Política", "Quero Sair Do Sistema", entre outras. Muito provavelmente esse governo que hoje temos no Brasil em algum momento irá falhar, isso não é eterno, principalmente se o "Povo Parar De Contribuir E Obedecer O Sistema", o "Grupo" ou a "Comunidade" não precisa e não deve se expor! O povo brasileiro, apesar de ter sido alertado, de certa forma foi surpreendido, porque não acreditava que a qualquer momento isso iria acontecer no Brasil, mesmo tendo exemplos em Cuba, Venezuela e Argentina;
A segunda opção, é se você possui poder aquisitivo, é diplomado, possui uma boa profissão, "SE MANDA DO PAÍS AGORA!".
Obs.: Ao formar a "Comunidade", "O Grupo", fique longe de "Igrejas ou Templos Religiosos", "ONGs" e principalmente de pessoas ligadas ao "Sistema", a "Comunidade" pode e deve ser criada longe da cidade, e sobreviver com "Hortas Comunitárias", "Um Viveiro ou Galinheiro" com galinhas poedeiras e etc..
O processo de criar uma "Comunidade" passa por várias etapas. É preciso começar com um grupo que tenha um "Sonho Em Comum". Depois, achar a terra, implementar as primeiras estruturas, água, energia, internet. Ficando claro que a ação do dia-a-dia e a mão na massa são a realidade. As comunidades são "Ambientes Sociais e Culturais", nos quais podemos satisfazer as nossas necessidades e aspirações sem diminuir as chances das "Gerações Futuras". As "Comunidades Alternativas" atuais negam o capitalismo opressor, pregam o cooperativismo, a agricultura orgânica e a vida sustentável em sintonia com a natureza. [...] Dispensam a utilização do papel-moeda e sobrevivem daquilo que produzem. Uma "Ecovila" é um assentamento ecológico, um lugar onde algumas ou várias pessoas vivem em busca de uma vida de baixo impacto ambiental e grande cooperação social. A base desses locais são as quatro dimensões da sustentabilidade: Social, Cultural, Ecológica e Econômica. No mundo já existem mais de 400 comunidades sustentáveis! Talvez a frase de efeito mais famosa dentre os libertários é: "Imposto é Roubo", apesar de ser uma verdade, que implica, em particular, a ilegitimidade do estado, visto que roubo é um crime, independentemente se praticado por cidadãos ou por governos, o fato é que vejo poucas pessoas que sabem dar uma justificativa correta a essa afirmação. Isto se deve em parte à fácil intuição gerada por ela, pois qualquer um sabe que, se uma pessoa não pagar impostos e resistir às intimidações do estado, ela será sequestrada pelo governo, como ocorreu com o famoso ativista anti-imposto "Irvin Schiff", que em 2015 faleceu na cadeia por defender a ilegalidade do imposto de renda nos EUA.
Porém, essa constatação da ameaça implícita por trás dos impostos não é suficiente para determinar que o imposto é de fato um crime. Sendo mais preciso, poderíamos ter duas, e apenas duas, situações onde o imposto poderia ser visto como algo legítimo, caso fosse:
Um pagamento previsto em um contrato implícito, chamado "Contrato Social", onde, no passado, as pessoas, legitimamente possuidoras de suas propriedades, abriram mão de certos direitos para um governo ou outra autoridade a fim de obter as vantagens da ordem social;
Uma taxa forçada feita pelo estado a fim de pagar suas despesas de manutenção, caso análogo a um condomínio, onde a posse territorial do estado seria legítima. Esses dois casos resumem todos os principais argumentos pró-imposto dos estatistas, de modo que para demonstrar que o imposto está fora da lei, é suficiente refutar ambos os casos, mostrando que o contrato social, caso exista como contrato implícito, não pode ser legalmente executável e que o território do estado não é legitimamente apropriado. Daí seguirá nossa famosa tese que imposto é de fato um "Assalto A Mão Armada".
Governo não é obrigado a manter pagamentos em 2023... Esse Auxílio dado pelo governo é uma forma de escravizar uma grande parte da população, que de uma forma até viciante, acaba deixando de trabalhar para obter o seu sustento. Viver de migalhas é também um dia morrer de fome! Esse auxílio nunca passará de migalhas e o povo que recebe jamais sairá da linha da "Pobreza", essa parcela do povo brasileiro precisa se libertar das "Correntes" que os prendem ao "Sistema". Quem faz valer a sua vontade a qualquer custo, promove a barbárie por pura conveniência. Tenho certeza de que todos sentem uma espécie de angústia permanente sobre o que está acontecendo no mundo, mas precisamente, em nosso país. Às vezes, na vida, tendemos a ter uma visão egoísta dos fatos, e queremos fazer valer a nossa vontade a força, queremos que todas as pessoas comunguem das nossas ideologias a qualquer custo, mesmo que, as atitudes que nascem delas, venham a prejudicar outras pessoas. Quando nos colocamos nessa posição de certos e olhamos para os outros como errados, começamos a manifestar comportamentos destoantes que demonstram total incoerência com o sentido da vida que envolve a cooperação e o amor entre os nossos semelhantes. Começamos a apoiar situações que se desconectam do que pregamos e dizemos que queremos para o mundo e para aqueles que vivem nele. Tudo começa a sair do controle quando a gente não percebe que o mal está em nós e não nos outros, quando não assumimos a nossa responsabilidade e "Culpamos Os Outros Por Tudo".
Isso acontece quando escolhemos alimentar mais a dor do que o amor. Fazendo isso, passamos a apoiar situações de barbárie como se fossem corretas, quando na verdade, não são. A nossa cultura está cada vez mais intolerante porque se apoia nessa dor aguda, nessa intensa angústia mental que se profunda sem remorso e não entende que a solução está em buscar o remédio para essa tristeza generalizada. Às vezes, na vida, tentamos fazer o possível para ajudar os outros e, no processo de tentar melhorar, acabamos complicando ainda mais a vida de quem está ao nosso redor. Esse comportamento contagia aqueles que estão em estado de sofrimento e gera ainda mais angústia. Porém, não podemos cobrar dos outros uma consciência que ainda não possuem, nós só podemos acessar a nossa, e a partir dela, começar a criar novas conexões, mais amorosas, para enfim, pacificar o nosso "Mundo Interior". Se a nossa vontade gera insatisfação ou prejudica os outros, precisamos olhar para essas questões com mais amor e nos perguntar se essa vontade não é fruto do nosso egoísmo e do nosso ego, que quer apenas provar que é melhor e que está certo, e menosprezar aqueles que pensam diferente. Infelizmente, provar que está certo não vai amenizar a sua dor, apenas vai afagar o seu ego, e quando você é conivente com as vontades mesquinhas do ego, você se afoga em uma mar de sofrimentos e despeja a sua dor em cima de quem não tem a menor culpa. Comece a se perguntar se a sua vontade não é pura conveniência. Para que você possa começar a contribuir com um mundo melhor, você precisa parar de dar munição para o ódio que quer destruir ao invés de construir.
André Janones - Fim Do Auxílio, Acabou!
O Contrato Social é uma ficção supérflua
Geralmente argumenta-se que o estado, tendo ou não posses legítimas, pode cobrar impostos, pois existe algum tipo de consenso implícito em torno desse arranjo social, a legitimidade se origina então da anuência dos cidadãos. A esse corpo de ideias que postulam um contratualismo implícito em sociedade feito para manter a ordem e instaurando, para isso, um regime político específico, se dá o nome geral de teorias do "Contrato Social". Antes de mais nada, é bom deixar claro que o "Contrato Social" jamais pode ser um contrato executável por lei, ou seja, um acordo cuja quebra pode resultar em retaliação legal. Primeiro porque, como os próprios teóricos contratualistas assumem, ele é implícito, não tendo uma expressão objetiva de consentimento. E, de fato, é deveras óbvio para qualquer um que ninguém foi consultado sobre a aderência ao arranjo político democrático que vivemos hoje. Nunca os estados modernos fizeram consultas entre as populações dominadas para que questionassem suas legitimidades e perguntassem sobre a possibilidade de elas gerirem suas propriedades por si mesmas, sem o estado como decisório último de instâncias. O ônus da prova desse consentimento recai todo sobre os contratualistas, que até agora não forneceram nenhuma evidência nesse sentido. E sequer poderiam. É um fato histórico que em geral os estados modernos surgiram não de um acordo voluntário em sociedade a fim de criar uma administração com a função de centralizar o poder público, mas sim pela conquista militar e ameaça de força física. Isto deveria ser deveras óbvio, pois é completamente irrealista que, dentro de um grupo de pessoas sempre alertas à possibilidade do surgimento de conflitos, alguém proponha, como solução a este problema, que ele próprio se torne o arbitrador supremo e monopolista de todos os casos de conflitos, inclusive daqueles em que ele mesmo esteja envolvido. Seria uma proposta no mínimo risível, por maior que seja a reputação que esse membro destacado tivesse.
Em segundo lugar, mesmo que tenha havido consenso no passado, e não temos registro algum disso, mas ao contrário, como veremos abaixo, o "Contrato Social" é uma relação de subordinação individual e portanto precisa ter uma cláusula de rescisão, haja vista que a vontade humana é inalienável. Sob a ausência de tal cláusula, ele se torna um acordo tão absurdo como um contrato de "Escravidão Voluntária", não tendo sentido legal algum. Com efeito, um consentimento sem rescisão prevista em contrato é uma mera promessa, de modo que a iniciação de força para fazer cumprir tal contrato tem o mesmo efeito legal de agredir pessoas em virtude de discursos. Vejamos o caso clássico de "Contratos De Escravidão" em mais detalhes. Suponhamos então que A promete (ou realiza contratos, ou concorda; a terminologia não é importante) em ser escravo de B, sendo assim uma tentativa de consentir agora para forçar ações no futuro. Se A depois muda de ideia e tenta fugir, pode B usar força contra A? Esta é a pergunta crucial... Se a resposta for sim, isso significa que A não tem o direito de se opor e alienou eficazmente os seus direitos. No entanto, isso não poderia acontecer simplesmente porque não há nenhuma razão para que A não possa retirar o seu consentimento. Assim, não é inconsistente para A, mais tarde, se opor ao uso de força. Tudo o que A fez anteriormente foi proferir palavras para B, tais como, "Eu Concordo Em Ser Seu Escravo". Mas isso não agride B em qualquer sentido subjetivo tanto quanto não há agressão ao proferir o seguinte insulto: "Você É Feio(a)”. As palavras por si só não podem agredir, isso é, inclusive, uma das razões as quais justificam o direito à liberdade de expressão. Em poucas palavras, um proprietário de escravos deveria ter o direito de usar a força contra o escravo para que a escravidão seja mantida e que os direitos sejam dessa forma alienados, entretanto o escravo não teria previamente iniciado força contra o proprietário de escravos. Logo, o proprietário de escravos não tem o direito de usar a força contra o escravo e, assim, nenhum direito de fato foi alienado. O mesmo vale para o contrato social, que pode ser pensado como um caso particular do aqui exposto.
Em terceiro e último lugar, se existiu um contrato social para legitimar a espoliação moderna do estado, então ele certamente diz respeito às gerações passadas e não às nossas. E da mesma forma que crimes não podem passar de pais para filhos, visto que a pena é sempre individual, promessas de cumprimento contratual também não. Assim, um consentimento, implícito ou não, no passado não pode ser herdado hoje pelas gerações que não participaram direta ou indiretamente desse processo. Tendo derrubado as teorias do "Contrato Social" sob o prisma jurídico, resta dele apenas mera formalidade, um conceito abstrato para ilustrar uma suposta necessidade do estado. Este foi o caso de "Thomas Hobbes", que sustentou que, em estado natural, as pessoas iriam reivindicar cada vez mais direitos, ao invés de menos, levando a conflitos incessantes e cada vez maiores. Urge então a necessidade de um arbitrador soberano, acima e exterior à sociedade civil. A ideia jurídica por trás disso é clara: Acordos requerem um fiscal externo que os torne vinculantes. O estado não pode portanto seguir daí, pois quem iria tornar esse mesmo acordo vinculante, se não há árbitros fora do estado? De duas, uma: Ou será necessária a instauração de outro estado (caindo em regressão infinita) ou o próprio estado hobbesiano está, por si só, em estado de anarquia dentro de si mesmo. Na prática, nos encontramos no segundo caso, onde o estado não está vinculado a nenhum fiscal externo. Não há contratos fora do estado de modo que todos os conflitos envolvendo-o (seja dele com cidadãos privados, seja entre ele e seus parasitas) será sempre resolvido dentro de seus próprios mecanismos jurídicos, com suas próprias auto impostas regras, com as restrições que ele mesmo, e apenas ele, se impõe a si. Em relação a si próprio, o estado ainda está no estado natural de anarquia caracterizada pela autofiscalização e pelo autocontrole, da mesma forma que a sociedade em "Estado Natural". Só que pior: Dado que o homem é como ele é, e dado que o estado é formado por homens, ele tem uma tendência natural a mediar seus conflitos em seu próprio benefício, em detrimento dos cidadãos privados. O totalitarismo é seu destino inevitável! Outro teórico do "Contrato Social" foi "John Locke", que assim como Hobbes inicia sua teoria focando num estado de natureza, que, através do contrato social, vai se tornar o estado civil. Porém, ao contrário de Hobbes, Locke vê a relação da sociedade com o "Contrato Social" não como uma subordinação, mas sim como um consentimento. E uma vez que o consentimento é dado, o governo, segundo Locke, tem o dever de retribui-lo garantindo a liberdade individual de duas formas básicas: Fazendo valer o direito à propriedade para o homem conseguir seu sustento e sua busca à felicidade; e assegurando a estabilidade jurídica para que os homens possam resolver seus conflitos e assim assegurar a paz.