sexta-feira, 13 de outubro de 2023

REGRAS RITUALÍSTICAS DA MAÇONARIA

REGRAS RITUALÍSTICAS

Vale lembrar que quaisquer alterações litúrgicas ou ritualísticas devem ser feitas somente através das obediências e não pelas lojas como se percebe comumente.

Regras: As regras falam por si mesmas. Não foram estabelecidas para provar a obediência, mas por serem necessárias ao nosso bem. Não devemos observá-las apenas pelo fato de nos serem impostas, foram-nos ordenadas porque são justas. 

A maçonaria é uma instituição que transmite a sua doutrina através, principalmente, de símbolos, alegorias, emblemas, parábolas e máximas; todo este vasto volume de informações dadas ao iniciado necessita de uma correta interpretação no sentido de explicação, de comentário, para que possa ser bem captado, principalmente em relação aos símbolos, que admitem interpretações diversas conforme o ângulo da análise, se exotérica ou esotérica. 

Importante, também, é a correta interpretação das práticas litúrgicas e ritualísticas, para que não haja a deturpação das mensagens doutrinárias e simbólicas nelas contidas. 

Instrução: Em maçonaria, são muito importantes as instruções relativas a cada grau, para que o maçom tenha conhecimento suficiente deles e possa produzir os seus trabalhos para o aumento de salário (elevação de grau); todavia, além das instruções contidas nos rituais e catecismos maçônicos, realmente bastante elementares, o maçom deve receber outras, complementares, para melhor se aperfeiçoar na prática da Arte Real

Qualquer instrução maçônica, mesmo ritualística deve ser facilmente compreendida por um iniciado, sem ter que recorrer a exercícios de criptografia ou de leitura de mensagens cifradas. Muitas das instruções e rituais possuem, para dificultar o entendimento do não iniciado, muitas palavras truncadas, ou apocopadas, com os três pontos em triângulo (∴), que mostram a apócope; é claro que as palavras truncadas devem ser as de uso maçônico constante (exemplos: or∴, ord∴, secr∴, pal∴, bal∴, pr∴, vig∴, etc.), para que, pelo menos o iniciado as entenda; ocorre, entretanto, que certos rituais são completamente ininteligíveis, tantas são as palavras truncadas e a maior parte delas de uso ocasional, o que dificulta, sobremaneira, qualquer leitura.

Instrumentos: Utilizados na prática ritualística maçônica são todos ligados à Arte De Construir, em todas as suas formas: Esquadro, compasso, maço, cinzel, alavanca, régua, prumo, nível, trolha, colher de pedreiro, lápis, etc. Também devem ser considerados os instrumentos de trabalho, inerentes a diversos cargos em loja: Malhete, espada, bastão, bolsa (ou sacola), etc. Quanto a estes últimos, existe uma regra fundamental, em maçonaria: Não se faz nenhum sinal maçônico com instrumentos de trabalho, mas, sim, com a mão. 

Malhete: (diminutivo de malho), designa um pequeno malho. Em maçonaria, é o instrumento do qual se servem os veneráveis mestres, para a direção dos trabalhos da oficina. Os malhetes, utilizados pelo venerável mestre e pelos vigilantes servem tanto para chamar a atenção para alguma ordem ou comunicação, quanto para as baterias simbólicas e os aplausos. Existem lojas, onde, inadvertidamente, essas dignidades fazem soar os malhetes em outras ocasiões, o que é um erro, pois os golpes de malhete são para chamar a atenção para alguma ordem; por exemplo: Quando o Ven∴M∴ tem de fazer uma comunicação aos obreiros, através dos vigilantes, para uma parte da sessão e quando os vigilantes vão fazer as comunicações aos obreiros de suas respectivas colunas; a batida de malhete, então, é o sinal para que todos prestem atenção às ordens e/ou comunicados. 

O V∴M∴, obedecendo ao seu exclusivo critério pessoal, poderá deixar de ler uma prancha, ou proposta, caso ela exija um exame mais elaborado, para depois ser apresentada à loja. Nesse caso, a proposta, ou a prancha, é deixada sob malhete. Há, todavia, um prazo regulamentar, para que o V∴M∴ dê conhecimento da prancha que não foi lida (geralmente, duas sessões). Sob malhete e não "sobre" malhete, é exatamente isso: Adiar a leitura de uma proposta, ou prancha. Diz que ela ficou "sob malhete", porque é como se ficasse presa, provisoriamente, sob o malhete do venerável mestre. 

Cinzel: Instrumento cortante numa das extremidades, usado por escultores e gravadores. É um dos instrumentos e atributos do aprendiz maçom; destinado ao esquadrejamento da pedra, ele simboliza, esotericamente, o físico, ou a matéria, sobre a qual o espírito, que é o maço, para a execução da obra; exotericamente, o cinzel simboliza a razão, a inteligência. 

Paramentos: Os principais paramentos pessoais do maçom são: Aventais, faixas ou fitões, colares, punhos, luvas, tiaras, chapéus. as da oficina (estandartes). 

Os maçons devem estar revestidos com seus paramentos, durante as sessões, não sendo permitido participar delas sem que isso ocorra. Deve-se, todavia, respeitar uma regra clássica em maçonaria: Deve-se evitar colocar e retirar os paramentos no interior do templo, pois quando o obreiro entra, já deve estar com eles e só poderá retirá-los ao fim da sessão, ou quando tiver o templo coberto, ao chegar à sala dos passos perdidos (não ao átrio, pois este também faz parte do templo). Fundamental é saber que nunca um obreiro presente à sessão de sua oficina poderá estar sem suas insígnias.

Passos: Os passos das marchas maçônicas de cada grau são normais, ou seja, tirando-se os pés do solo; o sentido dos passos, todavia, é variável, podendo ser em linha reta, ou em diagonal (o aprendiz, por exemplo, só dá os passos da marcha em linha reta, pois, simbolicamente, se sair do caminho reto, não saberá retornar a ele), juntando-se os pés em esquadria, depois de cada um deles. Esses passos regulamentares são dados quando o obreiro ingressa no templo, parando, depois, entre colunas e saudando o VM∴ e os vigilantes. são dados, também, durante o cerimonial de iniciação, de elevação ao segundo grau e de exaltação ao terceiro grau. Fora esses momentos, a marcha é normal. não havendo a junção dos pés. 

Circulação: No templo maçônico, em loja composta, a circulação, é sempre no sentido horário, ou seja, no sentido dos ponteiros do relógio, para mostrar que o trabalho do homem deve começar com o nascer do sol, na aurora, e terminar ao cair da noite, representa, também, a marcha à luz do sol. 

Em maçonaria o horário é importante, para mostrar o início e o fim das sessões, embora, lamentavelmente, muitos maçons o ignorem, chegando, costumeiramente, atrasados aos trabalhos, o que não é de boa geometria. 

A circulação no oriente não tem uma padronização, exigindo-se, entretanto, que o maçom que a ele subir o faça pela sua própria esquerda (nordeste) e que, ao sair dele, o faça, novamente, pela sua própria esquerda (sudeste). 

Colunas: Além das colunas do pórtico, J e B, que, não possuem função de sustentação, as colunas que dão sustentação simbólica à loja; é o caso das colunas das ordens dórica, jônica e coríntia, que sustentam, simbolicamente, a loja de aprendiz e que, juntamente com as colunas das ordens compósita e toscana, sustentam, simbolicamente, a loja de companheiro. São, também, chamadas de colunas (do Norte e do Sul) as partes dos templos em que ficam os maçons que não estão no oriente e em correspondência com as colunas do pórtico. A coluna do 1º Vig∴ é a da força, a do 2º Vig∴ é a da beleza e o VM∴, por analogia, é a coluna da sabedoria. A trilha musical das sessões, executadas pelo mestre-de-harmonia, é chamada de coluna de harmonia. Qualquer documento escrito tem, maçonicamente, o nome de coluna gravada. A expressão maçônica "Entre Colunas" significa em segredo, para designar assuntos que não podem ser revelados a terceiros. Não pode um obreiro, colocar-se entre colunas ao seu bel prazer. O pedido de palavra entre colunas é específico para uma só situação: Quando o obreiro tem a palavra cerceada pelo vigilante de sua coluna, coloca-se entre colunas, que é o único local onde ele, não estando em nenhuma das duas colunas (Norte e Sul), poderá pedir a palavra diretamente ao venerável mestre. Para apresentar alguma peça de arquitetura, o fará de seu lugar, ou, se for autorizado, sendo mestre maçom, do oriente. O direito de falar entre colunas é restrito aos mestres maçons

Fonte: JBNews - Informativo nº 0165 - 08/02/2011 

Acácia Amarela - Luiz Gonzaga

sábado, 26 de agosto de 2023

As Lendas E Histórias Em Torno Da Família Sinclair

 

Parece coisa de livro do Dan Brown, ou de adepto da teoria da "Nova Ordem Mundial", mas é irresistível falar da família Sinclair, um ramo dos reis merovíngios, e, portanto, descendente, supostamente, de Maria Madalena e de Jesus Cristo, como teorizado no livro "O Santo Graal e a Linhagem Sagrada". 
Os Sinclair são oriundos da Escócia, e na sua gênese se chamavam Saint-Clair. Inclusive, nesse período, suas propriedades ao sul de Edimburgo incluíam a cidade de Roslin, que tornou-se Rosslyn quando aplicado ao castelo e à capela que foi construída pelos Saint-Clair, por volta de 1450.
As variações do nome da família através da história (que incluem também o nome Sinkler) aparecem em diversos locais e épocas com destaque, inclusive nos Estados Unidos e no Canadá.
No livro “Introdução à Nova Ordem Mundial”, Alexandre Costa lista os Sinclair como parte integrante de um grupo de famílias que buscam a dominação mundial para instaurar uma "Nova Ordem". Para ele, no controle das cordas da "Nova Ordem Mundial", segundo alguns historiadores, estão famílias como Rockefeller, Rothschild, Astor, Kennedy, Bush, Onassis, Trump, Windsor, Sinclair, entre outras.


De acordo com a lenda, a família Sinclair da França, que podia traçar suas origens até os vikings, apoiou William, o Conquistador, o normando que invadiu a Inglaterra em 1066, e anos antes William Sinclair tenha ajudado Malcolm III a recuperar o trono escocês.
O primeiro herdeiro de Rosslyn foi Sir Henri Sinclair, que acompanhou Godofredo de Bulhão na "Primeira Cruzada" em 1096, e esteve presente na queda de Jerusalém. O mesmo Henri Sinclair que estava na fundação dos Cavaleiros Templários em 1118, fazendo com que a família esteja atrelada à ordem desde então.
William Sinclair ainda estava junto a Robert Bruce contra os ingleses em Bannockburn, em 1314, numa das maiores vitórias escocesas de todos os tempos, com soldados à pé combatendo milhares de cavaleiros ingleses montados em uma proporção de três pra um.


Conta-se, que durante a batalha cerca de quinhentos templários lutaram contra os ingleses e garantiram a vitória, no dia 24 de junho, solstício de verão. Antes da batalha, os escoceses se ajoelharam para rezar diante do Relicário de Monymust, que supostamente continha os ossos de um santo. É interessante lembrar que 24 de junho é um dia importante para os pagãos, mas também para os cristãos, pois é o aniversário de João Batista.
O Relicário estava adornado com rica simbologia que incluía círculos e retângulos inacabados, e parecia uma miniatura da "Arca da Aliança". Em 1330, Sir William Sinclair, guerreiro e leal cavaleiro escocês, fazia parte da pequena armada que tirou o coração de "Robert Bruce" para levá-lo na cruzada, cumprindo a promessa de enterrá-lo na "Igreja do Santo Sepulcro", em Jerusalém.
Porém, eles não chegaram a Jerusalém, pois escolheram parar na Espanha para lutar contra os mouros e lá foram vencidos e mortos. Após os "Templários" terem sido desmantelados em 1307, num ataque coordenado entre Igreja e Filipe, o Belo, rei da França, a família Sinclair aparece fortemente entrelaçada à Maçonaria de forma destacada, pelos séculos seguintes.


Nascido em 1345, Henry Sinclair se tornaria conhecido como príncipe Henry por se casar dentro da linhagem real da Suécia e da Noruega, aos 24 anos, quando era senhor de Rosslyn, quando ainda foi nomeado conde de Orkney e senhor de Shetland pelo rei Olaf VI da Noruega.
O príncipe Henry estava nas ilhas Faroe, por volta de 1396, quando ouviu falar de um naufrágio. Ele chegou a tempo de salvar e ajudar o comandante, um veneziano viajante e cartógrafo, "Nicolo Zeno", irmão de famoso almirante "Carlo Zeno, O Leão".
Com a ajuda de Nicolo, em 1398, um século antes de "Cristovão Colombo", o príncipe Henry rumou a uma viagem com uma esquadra de doze navios, com mais de duzentos soldados (supostamente templários), rumo a Groenlândia, Nova Scotia e a Nova Inglaterra. A inclusão de monges cistercienses,  conhecidos por suas habilidades em cultivar fazendas, mostrava que intenção era claramente de colonizar.
Mais tarde, um neto de Zeno faz uma narrativa da viagem que inclui um mapa que parece mostrar as cidades de outros pontos identificáveis em Nova Scotia e a Terra Nova, e podem ter alcançado assentamentos iniciados décadas antes por náufragos europeus. De acordo com a lenda, o príncipe Henry e seu suposto grupo conseguiram viajar até o rio Merrimack, em Massachusetts, onde um dos cavaleiros templários morreu, "Sir James Gunn".


Outra lenda que giram em torno dessa expedição à oeste, é a evidência de que um tesouro foi cuidadosamente enterrado em uma arapuca do tipo "poço de dinheiro", na ilha de Oak. Supostamente, enterrada bem fundo dentro do poço havia uma pedra , inscrita em um código maçônico, sobre riquezas  que estavam enterradas mais profundamente. O poço foi projetado para se encher com a água do mar através de um túnel.
A lenda de Henry Sinclair explicaria o que aconteceu com o tesouro templário: Eles teriam escapado do sul da França em 1307, e rumaram para a Escócia, onde havia um rei excomungado pela Igreja Católica. O tesouro seguiu mais tarde com o príncipe Sinclair para a ilha de Oak, e depois para algum lugar das colônias americanas.


Em 1998, o verdadeiro descendente da família Sinclair, Alisdar Rossylin Sinclair, viajou para Jerusalém de Amsterdã, onde vivia como luthier. Quando tentou deixar Israel, os oficiais do aeroporto encontraram quase cinco mil marcos alemães em um fundo falso de sua jaqueta. Ele foi detido, e segundo relatos, foi encontrado estrangulado com os cadarços dos próprios sapatos na prisão do aeroporto.
A primeira autópsia foi realizada em Jerusalém, mas quando a segunda foi realizada um mês depois na Escócia, faltava o seu coração, que as autoridades israelenses disseram ter sido removidos para testes toxicológicos. Os teóricos das conspirações logo associaram o evento a uma possível vinda do Fim dos Dias, havendo forças abomináveis contra os templários que nunca perderam as esperanças de voltar a ter poder em Jerusalém.

A Capela De Rosslyn

Infere-se que este local seja o berço da maçonaria. O nome oficial da "Capela de Rosslyn" é Igreja Colonial de São Mateus, situada em Rosslyn, perto de Edimburgo, na Escócia e tem uma carga extraordinária de simbolismo e misticismo (dos templários aos maçons), ornada por símbolos cristãos, judaicos, e islâmicos.
Construída em 1486 para o príncipe de Orcada, "Sir William Saint-Clair", sua arquitetura remetem à Terra Santa, com colunas semelhantes às do Templo de Heródes. Ali dentro as tradicionais colunas maçônicas do mestre e do aprendiz. Inclusive existia a lenda de que o Cálice Sagrado estava dentro da coluna do aprendiz. Mas essa lenda já foi refutada pela tecnologia moderna.
Outra lenda ligada à Capela Rosslyn é sobre uma estátua de anjo. Existe ali dentro uma estátua de um anjo pendurado numa corda e seguro apenas pelo pé, e que cujo olhar parece perseguir os presentes. A lenda diz que a morte de um descendente de Saint-Clair é capaz de acender uma estranha luz em seu interior.

***

Sinal Dos Tempos - Zeitgeist (2011)

"Zeitgeist: Moving Forward" foi lançado em mais de 60 países e legendado em mais de 20 idiomas no dia 15 de Janeiro de 2011. Foi considerado o maior filme independente sem fins lucrativos já lançado na história.

SINOPSE:
Zeitgeist: Moving Forward, do diretor Peter Joseph, dá continuidade a um longo trabalho documental que se propõe a apresentar um caminho para a necessária transição do atual paradigma socioeconômico monetário que rege a sociedade no mundo inteiro. Este tema transcenderá questões de relativismo cultural e ideologias tradicionais e passará a estabelecer, como objetivo central, o redesenho de uma empírica vida na Terra em nome da sobrevivência humana e social. Ao invés de continuar desafiando as imutáveis leis naturais, o objetivo é criar um novo paradigma de sustentabilidade social denominado "Economia Baseada em Recursos".

O filme conta com especialistas nas áreas da saúde pública, antropologia, neurobiologia, economia, energia, tecnologia, ciências sociais e outros temas relevantes que dizem respeito às áreas socioculturais. Os três temas centrais do documentário são: Comportamento Humano, Economia Monetária e Ciências Aplicadas. Juntando estes temas, o documentário cria um modelo de compreensão do atual paradigma social; o porquê de ser fundamental sair dele — junto com uma abordagem social nova e radical, porém prática, baseada em conhecimentos avançados que resolveriam os atuais problemas sociais enfrentados pelo mundo contemporâneo.

Uma das características únicas deste trabalho, cujo estilo o destaca da maioria dos documentários, é que ele tem uma temática cinematográfica dramática, com atores notáveis que, de forma abstrata, representam as diversas atitudes relacionadas à mensagem geral do filme. O filme também usa vigorosamente vários recursos visuais e de animação em 2D e 3D, e volta a adotar como base o padrão tradicional de documentário.



quinta-feira, 15 de junho de 2023

LULA NÃO FOI ELEITO PELO POVO, ELE FOI COLOCADO NO PODER PELO TSE

Quinta-Feira, data estelar 15 de Junho, do ano 2023, indo aonde nenhuma Adriana jamais Esteves... Hoje quero deixar registrado em nosso Blog alguns fatos importantes para o "Despertar Da Humanidade", todos já estão carecas de saber que houve "Fraudes Nas Eleições" e que Lula não venceu por números de votos, ele foi colocado no poder pelo TSE e STF. Mas o mais importante nessa tramoia toda não é o fato do "Presunto" ter assumido o poder, mas sim chamar a atenção do "Povo Despertado" do sono profundo da Matrix, para as coisas que veem acontecendo não só no Brasil mas em muitos países. Se você ainda acredita que o seu voto realmente têm algum valor para o sistema político, trate de tomar consciência de uma coisa muito importante, seu voto não vale um pedaço de papel higiênico usado!

Nota: O Sistema vem te enganando a muito, muito tempo, no Brasil não existe Democracia, e o Sistema Eleitoral não passa de uma fraude, as Urnas Eletrônicas são controladas para elegerem quem "Eles" querem e fazem parte do "Esquema", de implantação do "Novo Sistema".  

O auditor Antonio D’agostino concedeu entrevista ao programa Os Pingos nos Is, da rádio Jovem Pan, exibido numa quarta-feira, 21/07/2021. Durante a conversa, o ex-candidato a vereador de Guarulhos (SP) falou sobre as Urnas Eletrônicas de primeira geração, atualmente utilizadas nas eleições brasileiras. De acordo com D’agostino, as Urnas Eletrônicas podem ser hackeadas. “São fraudáveis, sim. Pode haver roubo nas eleições”, afirmou. “Estudo o assunto há 22 anos. Fiz incursões no Tribunal Superior Eleitoral e assinei várias Urnas Eletrônicas, de três eleições diferentes. Tenho larga experiência no assunto.”.

O auditor alega que as eleições municipais de Guarulhos em 2004 foram fraudadas. “Para comprovar, iniciei uma auditoria e apresentei ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e Justiça Eleitoral”, explicou. “Houve Fraude nas Eleições e continuará havendo. Medidas para reestruturar todo o sistema de votação precisam ser tomadas.” Segundo D’agostino, as Urnas Eletrônicas de primeira geração não garantem o sigilo do voto. “Não é possível auditar os votos, tampouco manter o sigilo”, asseverou. “Não é possível averiguar isso por meios comuns, apenas pessoas que conhecem profundamente os métodos de auditoria conseguirão chegar a algum resultado.”.

Levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta sexta-feira (9) aponta a aprovação e rejeição do presidente Lula (PT) entre as dez maiores capitais brasileiras que vão realizar eleições municipais no ano que vem. Brasília, o terceiro maior município brasileiro, não possui governo municipal. Em Fortaleza (CE), Lula tem seu recorde de aprovação nas maiores capitais: 68,9%. Apenas 27% dos eleitores da capital cearense rejeitam a administração petista. Salvador (BA) e Recife (PE) fecham o ‘pódio’ das capitais que mais aprovam o governo Lula III.

Em Curitiba (PR), o resultado é o contrário. A maioria (53,2%) dos eleitores curitibanos rejeita o governo Lula, enquanto apenas 42,7% aprovam a gestão. Em Manaus (AM), 49,3% dos eleitores desaprovam a atual gestão federal, contra 44,6% de aprovação. Em grandes cidades como Porto Alegre (RS) e Rio de Janeiro (RJ), a aprovação e desaprovação estão mais equilibradas. Levando em consideração as margens de erro dos levantamentos, o quadro pode até se inverter.

Em comparativo divulgado esta semana, José Sarto (PDT), prefeito de Fortaleza, município onde Lula tem sua melhor avaliação, apresentou um dos piores resultados entre os líderes das dez maiores capitais brasileiras. Sarto tem 50,9% de rejeição, seguno o último Paraná Pesquisas, em abril. Já o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), tem a maior aprovação da gestão administrativa entre os prefeitos das capitais.  De acordo com o último levantamento, 68% dos entrevistados aprovam a administração de Reis, e só 26,1% desaprovam. Resultado maior até que o de Lula no município. Rafael Greca (PSD), prefeito de Curitiba, tem aprovação de 65,2%, mais de 20 pontos percentuais à frente do presidente da República. Ele tem a quarta melhor gestão municipal, segundo o comparativo Paraná Pesquisas.

Nota: Esses dados de aprovações e desaprovações estão relacionados com o "Nível De Informação" de parcelas do povo brasileiro, muitos que aprovam o governo do Presunto, não fazem ideia do que realmente está acontecendo no Brasil e no Mundo!


Monarquia Constitucional é uma forma de Governo moderna e eficaz, o nosso objetivo é publicar artigos e notícias com a finalidade de tirar dúvidas acerca do tema, mostrar caminhos e soluções para os diversos problemas enfrentados pela Nação, propor ideias para reforma política, conseguir adeptos a causa, desmitificar e recuperar a história deturpada ao longo dos anos. Convidamos todos a conhecer um novo caminho para o país. A moda com certeza é corrupção, sem mais, tudo que não é isso é morto e ultrapassado, viva a República. É proibido estudar Monarquia, é proibido se posicionar em algo contrário a toda essa bagunça chamada república, o ninho dos ratos modernos, isso é que tem que ser levado em conta. Pessoas assim são o freio de um pais melhor. Um dia o Reino do Canadá, ou da Noruega ou Holanda será tão moderno quanto a República democrática do Congo, e se pudermos sonhar mais um pouco, conseguiremos chegar aos pés da república Cubana.


Fico muito feliz de ver surgir o debate dos brasileiros monarquistas aqui neste ambiente. Precisamos desmistificar toda a trajetória de ilusão, mediocridade e demagogia que a Máfia Republicana implantou no Brasil desde 1889. Sim, em relação ao texto, acredito que a História serve justamente para isso: aprendizagem. Em breve também trarei alguns temas a esse ambiente. Sou monarquista do Ceará e juntos lutaremos até o fim da vida em prol da Causa do Século e da morte da Máfia Republicana Tupiniquim. O melhor sistema apresentado é o distrital simples, mas claro que os caciques políticos lutarão contra ele, pois tira o seu poder. Os partidos políticos no Brasil se tornaram organizações criminosas, que lutam por interesse próprio... Essa democracia de coalizão é um sistema falido... O chefe do executivo, para governar, precisa agradar a gregos e troianos, se vender literalmente aos ladrões que o povo coloca no parlamento.

Nota: Jair Messias Bolsonaro tentou passar para o povo "desperto", através da perseguição que ele seguiu com a "Mídia Podre" e também com a perseguição do TSE e a Corja De Ladrões, Corruptos que compõem os três poderes, Executivo Legislativo e Judiciário no Brasil, e o verdadeiro objetivo desses três poderes para com o país!