sábado, 28 de janeiro de 2023

LULA O PRESIDENTE QUE DESTRUIU O BRASIL

 

O fim de um país que tinha tudo para se tornar um "País De Primeiro Mundo", um país cheio de riquezas naturais, mas pela ignorância de seus governantes, crime de "Lesa Pátria", "Tráfico" e "Corrupção" acabaram destruindo o Brasil. Lula, que governou o Brasil entre 2003 e 2010, é uma figura proeminente na política de esquerda no Brasil e além. Ele também é o político mais graduado a ser condenado pela Operação Lava Jato, o escândalo de corrupção que derrubou dezenas de líderes políticos e empresariais em todo o país, mas que por alguns, incluindo Lula, foi denunciado como uma caça às bruxas política.

Em 2018, Lula era o favorito à presidência, mesmo estando preso cumprindo uma sentença de corrupção de 12 anos. Depois que sua condenação foi mantida em apelação, Lula foi banido da corrida presidencial. A proibição ocorreu pouco mais de um mês antes do primeiro turno da eleição e o homem que substituiu Lula como candidato do "Partido Dos Trabalhadores", "Fernando Haddad", não teve o mesmo reconhecimento e popularidade e foi derrotado pelo candidato de extrema-direita, Jair Bolsonaro. A decisão do "Ministro Fachin" pode abrir caminho para Lula concorrer à presidência em 2022, onde seu principal rival provavelmente seria Bolsonaro, que é amplamente esperado para concorrer a um segundo mandato. Uma pesquisa de opinião, sugeriu que Lula ganharia mais votos do que Bolsonaro, o único político a fazê-lo.

Obs.: É meio esquisito, um povo que prefere ser governado por um bandido, condenado por "Corrupção", o petista foi acusado de receber propina da empreiteira OAS na forma da reserva e reforma de um apartamento no balneário paulista entre outras coisas!


Foi a condenação neste processo do triplex que levou Lula à prisão em 2018 e primeiro o deixou inelegível, após sua condenação em segunda instância. Lula ficou preso pouco mais de um ano e meio, por 580 dias, mas foi libertado em novembro de 2019 após o STF decidir contra a prisão após condenação em segunda instância. A corte determinou que a pena só pode começar a ser cumprida após o processo transitar em julgado, ou seja, ao se esgotarem todos os recursos. Neste caso, a defesa do ex-presidente ainda pôde recorrer ao próprio STF. Um dos recursos apresentados argumentava que a "13ª Vara Federal De Curitiba" não tinha competência para processar e julgar a ação do "Triplex". Fachin concordou com isso e identificou o mesmo problema nos outros três processos que foram anulados, entre eles a ação na qual Lula foi condenado pela segunda vez.

A segunda condenação: "Sítio De Atibaia"

O ex-presidente foi acusado de receber propinas das construtoras OAS e Odebrecht por meio de reformas, em 2010, num sítio no município do interior paulista. O imóvel pertence formalmente ao empresário "Fernando Bittar", mas o MPF alega que Lula é o verdadeiro dono do sítio e era o principal usuário do local. Substituta de Moro após o juiz deixar o magistério para se tornar ministro do governo Bolsonaro, a juíza federal "Gabriela Hardt" condenou Lula a 12 anos e 11 meses de prisão por corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro. Em novembro de 2019, a condenação foi confirmada em segunda instância pelos desembargadores "Gebran Neto", "Leandro Paulsen" e "Thompson Flores", do TRF-4. O trio de magistrados também concordou em elevar a pena de Lula para 17 anos, um mês e dez dias, e multa.


Com a vitória de Lula as ações da "Bolsa De Valores", despencaram automaticamente no Brasil, e não para de cair. Procura por consultoria de vistos e cidadania dispara após vitória de Lula. Logo após a vitória do presidente eleito "Luiz Inácio Lula da Silva (PT)" nas urnas, no dia 30 de outubro, a procura de brasileiros por obtenção de vistos e cidadania para países do exterior, especialmente da "Europa", além dos "Estados Unidos", cresceu 10 vezes em relação ao período anterior ao segundo turno. As informações são de um levantamento feito por uma consultoria especializada no assunto. 

Nota: "Nós saímos de 100 ligações para 400, em média, durante a semana logo após o primeiro turno. Esse número veio aumentando, conforme o então candidato Lula vinha crescendo nas pesquisas. A proporção foi de 60% para vistos italianos, que sempre é o que tem mais procura, e em torno de 40% para os vistos americanos", relata.

"Por incrível que pareça, em 2018 não houve essa movimentação tão forte. O movimento de saída do Brasil vem aumentando gradativamente. Já faz um tempo que vem aumentando e não é apenas por questões políticas, como foi impulsionado agora pela eleição, mas porque os investidores estão buscando investir fora, dolarizar seus patrimônios, reconhecer suas cidadania para ter um plano B de opções para filhos e netos", avalia.


Infelizmente, mesmo antes de assumir, o governo Lula já demonstra equívocos que surpreendem até aqueles que o apoiaram. A ânsia de virar as costas para a responsabilidade fiscal é uma obsessão. E não se ouve uma palavra sobre corte de gastos! Só articulam para aumentar o número de ministérios e acomodar assim os políticos interesseiros. Veem a solução para essas despesas todas no aumento dos tributos. Parece que não aprenderam, ou não quiseram aprender nada com os erros do passado! O compromisso fiscal responsável possibilitaria a continuidade na queda da inflação, a diminuição das taxas de juros, estimularia o crescimento econômico e, consequentemente, a redução da pobreza. Com a justificativa de ajudar os mais necessitados, o governo quer gastar, e, na verdade, esse descontrole irá piorar a vida dos brasileiros.

Sem contar a sua vontade incontrolável para inchar a máquina pública, tornando-a mais onerosa e inoperante. Basta dizer que os planos bem arquitetados de privatização serão abortados. É só olhar um pouco para trás e constatar o que aconteceu com as empresas públicas na administração petista. Um Caos!!! Para esses incautos jamais alguém poderia ser irresponsável e dizer: Agora faça o "L". Não... Quem deseja o bem do país, não quer o quanto pior, melhor. A torcida deve ser para que apareça um anjo da guarda que consiga pôr um pouco de juízo na cabeça desses populistas. O próprio Lula insistiu há poucos dias para que critiquem seus atos. Afirmou que não quer ninguém "puxando o saco". Como deu abertura, que tal fazer o teste e mostrar que já está errando feio antes mesmo de começar? O duro é descobrir quem se habilita a pôr o guizo no gato.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

AUMENTO DE TRÁFICO HUMANO & TRÁFICO DE ÓRGÃOS À CAMINHO

Brasília (Brazil) 16 September 2021

Um novo relatório do UNODC sobre as tendências do tráfico humano no Brasil destaca como a vulnerabilidade socioeconômica e a falta de oportunidades de emprego decente estão levando as pessoas para as mãos de redes criminosas que as exploram para fins lucrativos. A publicação "Relatório Nacional sobre o Tráfico de Pessoas 2017-2020" reúne conhecimento e expertise de mais de 70 especialistas nacionais e internacionais que atuam na área de combate ao tráfico de pessoas e foi produzida em parceria com o "Ministério da Justiça" e "Segurança Pública do Brasil".

Obs.: Documento publicado em setembro de 2021, agora com o "Desgoverno Lula", a tendência é aumentar esse índice de pesquisa!

"Mais de 90% dos profissionais que nos forneceram informações concluíram que a pobreza e o desemprego são os principais motivos pelos quais as pessoas são vítimas desse crime, especialmente em casos de trabalho forçado", diz "Heloisa Greco", especialista em tráfico de pessoas do UNODC, Brasil, que redigiu o relatório.  

"As condições econômicas precárias e a falta de perspectivas de trabalho podem levá-los a aceitar ofertas degradantes, que depois se transformam em exploração. Muitas vezes é a única opção de sobrevivência que identificam", acrescenta.  

Especialistas dos setores de aplicação da lei e justiça criminal do Brasil, bem como organizações governamentais e não-governamentais, contribuíram para o relatório que inclui dados quantitativos de 12 instituições públicas dos últimos três anos. É o primeiro relatório nacional desde a promulgação da lei brasileira de 2016 sobre tráfico de pessoas que ampliou a definição legalmente reconhecida do crime além da exploração sexual para incluir trabalho forçado, servidão, adoção ilegal e tráfico para fins de remoção de órgãos.  

"Essa lei foi um grande avanço porque está alinhada com o Protocolo sobre Tráfico de Pessoas da ONU, ratificado pelo Brasil em 2004, e se baseia nas três principais áreas desse tratado - prevenção, repressão e proteção das vítimas", diz Heloisa Greco. Os dados coletados mostram que, enquanto mulheres e meninas predominam nos casos de tráfico para exploração sexual, os homens representam a maioria das vítimas de trabalho forçado, que foi a forma de tráfico mais identificada no Brasil durante o período coberto pelo relatório de 2017 a 2020.  

Com base no feedback dos especialistas antitráfico de pessoas entrevistados para o relatório, o trabalho forçado ocorre principalmente no setor agrícola.

"É importante observar que o tráfico de mulheres transexuais foi frequentemente mencionado pelos colaboradores de nosso relatório", diz a Sra. Greco. "No entanto, esse grupo não aparece nos dados oficiais, pois não há informações desagregadas para identidade de gênero.".

De acordo com o relatório, criminosos que traficam pessoas para exploração sexual estão usando cada vez mais aplicativos de internet e smartphones para atrair e explorar suas vítimas. "João Chaves", "Defensor Público Federal" que contribuiu com o relatório, diz que nos últimos anos "houve uma grande melhora no Brasil na prevenção do tráfico de pessoas", acrescentando que isso se deve em grande parte ao apoio de organizações internacionais como o UNODC e o "International Organization for Migration".

Nota: Portanto, você que é jovem e pretende SE MANDAR DO BRASIL, tome muito cuidado com, pesquise bem as condições e a qualidade da agencia ou pessoa que estará por trás da sua emigração!

Fonte: Nações Unidas


O tráfico de órgãos é um crime silencioso, sem tiros, sem assaltos, muitas vezes sem palavras. Deixa rastros de dor nos familiares de pessoas levadas à morte. E, no Brasil, está cada vez mais difícil de ser rastreado, detectado, punido, apesar da garantia de instituições médicas de que é muito difícil um órgão ser transplantado irregularmente. Muitos casos, que estão próximos de ser configurados dentro desta definição, acabam sendo diluídos pelos argumentos de advogados e por inúmeros recursos, deixando claro que, mesmo com decisões judiciais a favor, é muito difícil, pela sua subjetividade, enquadrar alguém pela prática deste crime.

Brasil ainda tem lista de denúncias de tráfico de órgãos!!!

O comércio de órgãos mais conhecido como tráfico de órgãos é a prática da troca de órgãos humanos (coração, fígado, rins, etc.), para o transplante de órgãos por dinheiro. Ressalta-se que existe uma escassez mundial de órgãos disponíveis para transplantes, contudo o comércio de órgãos humanos é ilegal na maior parte do mundo, exceto em certos países como o Irã, onde o comércio de rins é legal.

Obs.: Muitos cadáveres saem dos hospitais rumo ao necrotério, sem os principais órgãos internos, e as famílias nem se dão conta desse fato!


Existem vários fatores que favorecem a prática deste crime, citaremos alguns, quais sejam:
  • Escassez de órgãos: Com o aumento da expectativa de vida do brasileiro surge uma questão a respeito da qualidade vida, pois quanto mais idade o desgaste no organismo é maior e a fila de transplante cresce todo ano sendo que o site oficial da "Associação Brasileira de Transplante de Órgãos" registra que a lista de doadores voluntários inter vivos (entre vivos) e post mortem (pós a morte) cai todo ano, sendo que 43% das famílias não autorizam a doação de órgãos de seus entes queridos, dados do primeiro trimestre de 2015, segundo "Associação Brasileira de Transplante de Órgãos" representada na pessoa do nefrologista "José Medina Pestana", a principal justificativa das famílias para não doar órgãos é o fato de nunca terem conversado sobre o desejo de doar. "Por isso, insistimos que isso tem que ser assunto de família", diz o integrante da ABTO;
  • A falta de estrutura hospitalar, treinamento do corpo médico, complexidade da cirurgia, altos custos do procedimento, transporte dos órgãos do doador até o recebedor vem dificultando na maioria das vezes o sucesso do transplante, causando uma escassez de órgãos saudável e mesmo com todos esses problemas o Brasil é o segundo país no mundo em número de transplantes e o primeiro em transplantes realizados pelo sistema público; 
  • Falta de conhecimento sobre irreversibilidade da morte encefálica é a principal causa de recusa de doação de órgãos. O art. 3º da lei 9434/97 esclarece que, os órgãos destinados a transplante devem ser precedidos com diagnósticos de morte encefálica. O diagnóstico é definido como "morte baseada na ausência de todas as funções neurológicas", registrada por dois médicos, inciso III, é permitido a presença de um médico de confiança da família acompanhando e atestando a morte encefálica. (HUGO LEANDRO SILVA, 2015);
  • Falta de informação: O tráfico de órgãos não se trata de um simples tráfico de beco, podendo ser realizado por qualquer pessoa com conhecimentos limitados, estamos lidando com profissionais multidisciplinares da retirada de órgãos, pessoas que possuem o mais alto nível de conhecimento desta área; tornando este crime mais difícil de ser descoberto, fazendo com que mais pessoas sejam vítimas, levando a sociedade a ter um pensamento equivocado em relação à doação de órgãos no Brasil e no mundo;
Nota: Em alguns países com renda mais baixa, considerados pobres, ocorrem sequestros de crianças, jovens e mulheres, tendo como destino final o tráfico de órgãos. A população é leiga sobre esse assunto, pois não há campanhas esclarecedoras, assim a família prefere não doar para não correr o risco de estar sendo enganada e a consequência disto é a falta de órgãos e uma grande corrida contra o tempo para quem espera com esperança o transplante, sendo que com a constatação da morte cerebral um doador morre, mas pode ajudar a tirar até sete pacientes da fila de espera.
  • Falta de fiscalização dentro dos órgãos responsáveis: A falta de fiscalização é um dos fatores que favorece a prática deste crime, vez que a retirada de um órgão exige um conhecimento aprofundado do corpo humano, especialistas da área de transplantes de órgãos, podendo ser praticado apenas por profissionais multidisciplinares envolvidos na retirada e reimplante dos órgãos., estes necessitam de um amparo hospitalar sofisticado, ou seja, não pode ser praticado em qualquer lugar.

Fonte: Conteúdo Jurídico 

Considerações Finais: Considerando o "tipo de Desgoverno" que possui hoje o Brasil, em pleno século XXI, janeiro de 2023, tanto o tráfico humano quanto o tráfico de órgãos, correm o risco de aumentar aceleradamente, pois estamos sob o poder de "bandidos". Diante do estudo proposto, foi possível verificar que o tráfico de órgãos é um crime que se desponta por fatores que o favorecem, fazendo com que os doadores de órgãos passem a duvidar do sistema brasileiro de doações de órgãos. Contemplamos que fatores como a escassez de órgãos, falta de informação, condição social de um povo e a lucratividade é um prato cheio para que os aliciadores e traficantes invistam cada vez neste tipo de tráfico deixando para um segundo plano a prática do tráfico de armas e drogas. Vale ressaltar que a lei torne-se eficaz quanto a punibilidade dos agentes ativos praticantes deste delito, normas internas que saiam do papel, uma vez que já não estão mais em vacância e sim já estão inseridas em nosso ordenamento jurídico.

Casos de tráfico humano no Brasil incluem remoção de órgãos e pedofilia

segunda-feira, 23 de janeiro de 2023

LÁ VEM NOVAMENTE O BRASIL DESCENDO A LADEIRA!

Sempre me pergunto qual o motivo que levou o Brasil a ser sempre subdesenvolvido, ter uma população carente de saúde, educação e desenvolvimento, qual o motivo de um país "Tão Rico" e que tinha tudo para ser desenvolvido, ser um país com um povo tão pobre e carente como é nosso povo, e a resposta me vem a mente em um único sopro: "República: A desgraça da nação". Eu sempre me deparei com certas questões, principalmente quando era ainda um garoto, nas aulas de "História", sempre se tocava no tema de quê o nosso querido Brasil, era um país "Rico & Abençoado". Por outro lado porém, eu sempre notei que o povo, pelo menos a "Grande Maioria", era "Pobre & Carente", pobre de espírito, pobre de educação, pobre de conhecimento, e principalmente vivia na pobreza. Apenas uma pequena porcentagem podia-se dizer, era rica, a maioria sempre era carente de algo, e isso sempre me deixou intrigado, chegava a fazer perguntas nas aulas de história, e eu percebia que minhas perguntas irritavam as professoras (talvez porquê elas não sabiam como responder, ou não podiam responder). 

Hoje já estou com os meus sessenta (60) anos nas costas, muitas coisas eu vi e vivi, muitas coisas mudaram, saudades do passado sempre aparece, "mas o importante é a gente ter saúde e ser feliz" (essa é a desculpa de todos os brasileiros). A música por exemplo em nosso país já não é mais como era antes, como tudo no Brasil, também se acabou. O Brasil de hoje, 2023, parece estar nos avessos, homem quer ser mulher, mulher quer ser homem, bandido não vai para a cadeia, já uma pessoa trabalhadora e patriota vai e etc.. Aí... Eu me pergunto: "- Por quê o meu país é tão atrasado assim, por quê parece sempre estar andando na contramão?!". A música brasileira tá uma merda. As letras, então? Meu Deus do céu! Uma porcaria. […] Não sei se o pessoal ficou mais burro, se não tem vontade (de cantar) sobre amizade ou algo que seja: Só sabem falar de bebida e a namorada que traiu. Com essas palavras, "Milton Nascimento" descreveu o que considera ser um dos motivos da decadência da música brasileira. Ele disse isso ao comentar sobre músicas feitas com foco em lucro, vender ao máximo e atingir uma grande massa, mas além do conteúdo das músicas, outros fatores podem apontar sinais de pobreza musical. Saudades... As vezes até me pego com lágrimas nos olhos, principalmente quando acabo ouvindo as músicas atuais. E como sou músico e já fui radialista, isso me incomoda muito!


Alguns críticos consideram que a música é ruim quando:
  • Apresenta pobreza harmônica, com poucos acordes;
  • Apresenta pobreza melódica, com poucas notas;
  • Possui letras ruins, repetitivas, sem riqueza gramatical e simplistas;
  • Possui cantores que não são bons, desafinados, despreparados e que fazem de si mesmos uma atração maior que a própria música;
  • São produzidas não com intuito artístico, mas foco comercial para atingir o maior número de pessoas;
  • Possuem conteúdo materialista e hedonista, focando na sensualidade, na injustiça, no crime e no corpo de uma forma geral;
  • Não levam o ser humano a ser mais inteligente ao ouvi-las;
  • Não contribuem para a elevação virtuosa do ser humano.
O professor "Olavo de Carvalho", comentando o tema da decadência da música brasileira, recorda o que os gregos já diziam sobre essa arte: "Platão" considerava a música como fundamental para a educação e formação da alma, em ordem a desenvolver o senso de harmonia; ela é uma das modalidades, uma espécie de concordância, coerência ou integridade. Por essa razão, ao aprender música, entende-se mais como a coerência rege o universo e o homem, compreende-se melhor a noção de totalidade. "Aristóteles", seu discípulo, seguiu a mesma ideia: Ele viu a arte como uma forma de tentar exteriorizar o que é íntimo ao ser, ou seja, tornar universal o que é individual. O problema é que atualmente muitas músicas não têm a intenção de tocar a alma do homem. Seguindo a explicação do "Professor Olavo de Carvalho", a música possui uma função social, existe em função de quem a ouve, de acordo com o efeito que desencadeia. A música pura, enquanto tal, é uma decisão tardia, fruto da decisão dos músicos em delimitar seu território: Ela se separa posteriormente, não nasceu pura, ficou assim quando ser músico se tornou profissão. O músico era considerado funcionário da corte, tanto quanto o cozinheiro ou a doméstica: Foi assim até o século XIX. Ser músico não era profissão de prestígio até o dia em que se tornou rentável. A ideia da música pura é um subproduto da ascensão social do músico. Chega-se a um ponto onde a música é tão importante em si mesma que os próprios ouvintes não são levados em consideração. Assim, num imperialismo musical, os artistas passam a fazer músicas para outros músicos e não para o povo. A finalidade social da música se perde e surge outro tipo que atende a função social: a música popular.


E lá vem o Brasil sempre descendo a ladeira... Desde a sua fundação enquanto colônia, o Brasil se constituiu no formato de um entreposto do comércio externo. Através da grande empresa colonial portuguesa, o território foi dominado pela gerência da terra, opressão da população indígena local e organização da produção para a instalação do ciclo de exportação extrativista. A arte de governar estabelecida pela grande empresa colonial impôs de forma inédita o domínio transoceânico pela metrópole portuguesa no século 16. Assim, o Brasil colônia estava simultaneamente integrado com a "África" pelo tráfico escravista e com a "Europa" pela exportação de primários e a importação de bens de maior valor agregado de cada época. Três séculos depois, com a independência nacional, em 1822, e mesmo na "República Velha" (1889 e 1930), a dinâmica da economia brasileira permanecia atrelada ao comércio externo. Em 1930, por exemplo, os sete principais produtos de exportação ainda extrativos (café, couro e pele, cacau, borracha, mate, fumo e algodão) representavam 90% de todo o comércio externo do país, ou seja 90% do que era produzido aqui no Brasil era mandado para a "Europa". Com a "Revolução de 1930", a noção de subdesenvolvimento começou a ganhar destaque no entendimento do atraso nacional imposto pelo desequilíbrio estrutural presente no "Balanço de Pagamentos" do país. Na formulação liberal da época, o país deveria se concentrar em sua própria vocação geográfica e histórica, pois a "Mão Invisível" das forças de mercado determinaria o melhor futuro ao território nacional.

Acontece que os países industrializados absorviam em proporções crescentes os ganhos de produtividade alcançados pela produção de nações assentadas no comércio externo de bens primários. Isso porque concentravam o progresso técnico, compensando a importação de produtos agropecuários, cujo preço era definido externamente e em queda no longo prazo, pela exportação de manufaturados com maior valor agregado e preços relativamente estáveis.

Obs.: Note que o preço era definido externamente, ou seja o preço era, ou melhor sempre foi "Controlado Externamente".

Diante de trocas tão desiguais, que sabotavam o desenvolvimento autônomo do país, o projeto de industrialização nacional teve curso com a força liderada pelos tenentistas. Mas meio século depois, o Brasil havia invertido a composição do seu comércio exterior, cuja pauta de exportação de 1980 era composta por 58% de produtos manufaturados, todos de maior valor agregado que os produtos primários. E com a inserção passiva e subordinada do Brasil na globalização desde 1990, a desindustrialização se estabeleceu. E com ela, a própria alteração da posição brasileira no comércio externo, motivado pela volta do ciclo das exportações extrativas, com cada vez mais dependência da produção e exportação primária. A chamada reprimarização da pauta de exportação completou-se, em 2019, com o presidente em "Jair Bolsonaro", quando o conjunto dos produtos básicos que têm contida tecnologia envolvida ou acabamento, como minerais, frutas, grãos e carnes superou o total da exportação dos bens industrializados. Somente os sete principais produtos de exportação no ano passado, constituídos de produtos primários (soja, petróleo, minério de ferro, celulose, milho, carnes e café), representaram 50,1% do total da pauta de exportações do país. 


O conceito de pobreza é amplo e está diretamente relacionado à ausência de bens e serviços básicos de uma população. Desse modo, o termo pobreza indica uma carência que pode ser alimentar, financeira ou, ainda, de outro elemento básico que possa impactar diretamente a qualidade de vida e até mesmo a sobrevivência de uma pessoa... Como a pobreza, cultural, espiritual, além da financeira! Nesse sentido, para a compreensão e aplicação de classificações de pobreza, é necessário elencar diferentes facetas, como a humana, a econômica e a social. Sendo assim, torna-se importante destacar que a pobreza é um conceito qualitativo, ou seja, deve ser entendida para além de valores estatísticos. 

O Brasil possui um histórico de pobreza de sua população, cenário endossado por diferentes pesquisas, que indicam que o número de pobres no país ainda é considerável, apesar da sua importante redução nas últimas décadas. Primeiramente, a pobreza no Brasil possui motivações históricas! A colonização do país (tendo este sido uma colônia basicamente voltada para exploração e baseada no sistema escravagista de produção) provocou uma grande desigualdade de renda e gerou uma massa de população totalmente desprovida de recursos básicos para a sobrevivência.

Esse cenário foi um dos geradores da grande diferença de renda entre as camadas sociais no nosso país, já que os rendimentos ficaram concentrados em uma pequena parcela da população, dona de grandes propriedades de terra e dos meios de produção; e ele continuou ao longo do processo de construção histórica do Brasil, mesmo após a independência, estendendo-se pelo século XX. O crescimento da população urbana, por meio do êxodo rural e do consequente aumento das cidades, gerou uma concentração de pobres nas áreas periféricas dos grandes centros urbanos. Na periferia ficaram concentrados grupos de pessoas recém-chegadas da zona rural em busca de melhores condições de vida, mas que não possuíam meios básicos de sobrevivência. Assim, a urbanização desenfreada e a pouca oferta de emprego e renda culminaram num grande processo de concentração de capital e desigualdade social no país.

Nota: Quando a atual ministra "Marina Silva". diz haver 120 milhões de pessoas passando fome no Brasil, talvez ela quis dizer "Fome Geral", não apenas fisicamente, mas principalmente cultural e espiritualmente. Mas isso não vem ao caso, e talvez nem seja 120 milhões, creio que a "Fome Geral" ultrapassa esse numero. Hoje, 23/01/2023, o Brasil está com 216.422.446 milhões de habitantes, creio que chega à 195 milhões de pessoas famintas e carentes. 

Obs.: Sem contar que estamos todos passando por uma enorme "Lavagem Cerebral", chemtrail, cloro na água que bebemos, alimentos geneticamente modificados (transgênicos), vacinas e etc.. Mas isso é assunto para outro dia!!!