quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

AUDIOTERAPIA & AUTO HIPNOSE: O FIM DA ANSIEDADE

 

O FIM DA ANSIEDADE

Descubra o segredo para blindar a sua mente contra a ansiedade e ter uma vida verdadeiramente livre. Aqui você utilizará conceitos da auto hipnose que parte dos mesmos princípios da hipnose, porém, ao invés de usá-la em outra pessoa será usada em si mesmo. A "Audioterapia" é um conceito de sons poderosos de mudança interna alinhada a técnicas de "Auto Hipnose". Pois, com essa técnica é possível melhorar a capacidade de concentração, combater vícios e superar traumas. E, principalmente, trazer benefícios à saúde por meio da "Hipnoterapia", que é a aliança da hipnose com procedimentos terapêuticos. Afinal, a "Hipnoterapia" consiste em tratar problemas reais, e tem sido cada vez mais utilizada por profissionais de diversos segmentos. O ato de permanecer concentrado também torna o indivíduo melhor comunicador, tanto por se tornar um bom ouvinte quanto por conseguir se manter focado no estado atual, aliviando sintomas como ansiedade, estresse, insegurança, etc.. Dentro deste processo basta apenas que você queira e se permita passar por esse processo transformador. A auto hipnose nada mais é do que uma atitude mental. Todas as pessoas hoje conseguem passar pelo processo, inclusive você.

Principais benefícios da "Auriculoterapia" para a saúde!

Desenvolvida na década de 1950 pelo médico "Paul Nogier" e devidamente reconhecida como eficaz pela própria OMS, a "Auriculoterapia" pode aliviar muitos males como dores pós-câncer, ciática, distúrbios do sono, entre outras enfermidades.

O que é Auriculoterapia?

Parte bastante conhecida da "Medicina Integrativa", a "Auriculoterapia" como a conhecemos hoje é uma técnica de "Reflexologia Francesa" que se baseia na estimulação dos pavilhões reflexos do ouvido, que são ricamente inervados. Descoberta pelo médico "Paul Nogier" em 1951 e desenvolvida com praticantes chineses na década de 1960, a "Auriculoterapia" tem sido objeto de diversos estudos neurofisiológicos para comprovar sua eficácia. Praticada em diversos hospitais, a "Auriculoterapia" é uma prática reconhecida pela "Organização Mundial de Saúde" desde 1987. Além disso, por iniciativa do "Doutor Paul Nogier", um seminário internacional tem sido realizado todos os anos desde 1994 para reunir especialistas nesta técnica que desejam colaborar no desenvolvimento do método, baseado na experimentação científica e clínica.

As indicações para "Auriculoterapia"

Muitas dores podem ser aliviadas com a "Auriculoterapia", como:

  • O nervo ciático;
  • Diminui dores nas costas;
  • Para enxaqueca;
  • Para dor de osteoartrite;
  • Dores após a cirurgia;
  • Dores após radioterapia;
  • Para neuralgia;
  • Para membros fantasmas.

Os benefícios da "Auriculoterapia"

Depois de alguns estudos, os especialistas descobriram que essa disciplina alternativa tinha muito bons resultados em:

  • Dor fantasma após amputação de membro;
  • Dor após cirurgia de mama (pós-mastectomia e dissecção de linfonodos no caso de câncer de mama, por exemplo);
  • Dor na cicatriz pós-radioterapia.

Obs.: A "Auriculoterapia" é particularmente eficaz no tratamento da dor do tipo neuropático, ou seja, em conexão com a deterioração de um circuito nervoso.

Pode-se assim aliviar as dores relacionadas com cicatrizes nervosas que aparecem por choques elétricos, perda de sensibilidade ou sensação de endurecimento da pele. Em poucos minutos, a "Auriculoterapia" permite restabelecer a conexão com a zona reflexa, recuperar uma boa sensibilidade e, portanto, melhorar a mobilidade dos membros

Auriculoterapia para curar a mente

Além de sua eficácia na dor, a "Auriculoterapia" é particularmente interessante para:

  • O gerenciamento do estresse;
  • Os distúrbios digestivos funcionais;
  • A ansiedade;
  • A insônia;
  • A depressão;
  • Gestão de dependências ( tratamento do tabagismo );
  • Os transtornos alimentares.

Como funciona uma sessão de "Auriculoterapia"?

Depois de ter feito seu diagnóstico, o médico "Auriculoterapeuta" irá estimular a área suburbana da orelha correspondente à área de inervação em questão, usando: Um dispositivo elétrico, ele vai detectar um ponto sensível ao nível do pavilhão auricular. Em seguida, ele vai picar esse ponto com uma agulha que vai inibir a mensagem dolorosa. O resultado costuma ser  imediato e duradouro. Além da gravidez, não há contra-indicação para a "Auriculoterapia". A "Auriculoterapia" é eficaz contra um grande número de dores, como reumatismo, neuralgia, ciática, distúrbios digestivos, herpes zoster ou dor nas costas. Essa prática também oferece muitos benefícios para o tratamento de transtornos mentais, como estresse, ansiedade, nervosismo, distúrbios do sono ou até mesmo vícios.

Nota: Na maioria dos casos, esse tratamento permite reduzir consideravelmente ou mesmo eliminar em alguns casos os medicamentos prescritos para a dor.

Atenção: Você pode danificar sua audição ou seus alto-falantes se tocar tons em volumes extremos.

As pessoas não conseguem ouvir sons < 20 Hz e > 10.000 Hz muito bem. Se você aumentar o volume do seu dispositivo para compensar, poderá se expor a níveis de som nocivos e seus alto-falantes a correntes nocivas. Por segurança, observe o nível de volume que permite ouvir um tom de 1.000 Hz sem desconforto e não se desvie muito acima desse nível, mesmo que você não consiga ouvir muito – especialmente na faixa alta, onde sua audição é o mais frágil.

Instruções

Para reproduzir um tom constante, clique em PLAY ou pressione Espaço.

Para alterar a frequência, arraste o controle deslizante ou pressione ← → (teclas de seta). Para ajustar a frequência em 1 Hz, use os botões ou pressione Shift + ← e Shift + →. Para ajustar a frequência em 0,01 Hz, pressione Ctrl + ← e Ctrl + →; para ajustá-la em 0,001 Hz, pressione Ctrl + Shift + ← e Ctrl + Shift+ → Para reduzir pela metade/dobrar a frequência (descer/subir uma oitava), clique em ×½ e ×2.

Nota: Para alterar o tipo de onda de uma onda senoidal (tom puro) para uma onda quadrada/triângulo/dente de serra, clique no botão. Você pode misturar tons abrindo o Gerador de tons online em várias guias do navegador.

Para que posso usar este gerador de tons?

  1. Afinar instrumentos, experimentos científicos (qual é a frequência de ressonância deste copo de vinho?), testar equipamentos de áudio (quão baixo meu subwoofer vai?), testar sua audição (qual é a frequência mais alta que você pode ouvir? Existem frequências que você pode ouvir em apenas um orelha?);
  2. Correspondência de frequência do zumbido. Se você tem zumbido de tom puro, este gerador de frequência online pode ajudá-lo a determinar sua frequência. Conhecer a frequência do zumbido pode permitir que você direcione melhor os sons de mascaramento e o treinamento de discriminação de frequência. Quando você encontrar uma frequência que pareça corresponder ao seu zumbido, certifique-se de verificar as frequências uma oitava acima (frequência × 2) e uma oitava abaixo (frequência × ½), pois é fácil confundir tons separados por uma oitava;
  3. Doença de Alzheimer. Alguns cientistas do MIT estão investigando seriamente a possibilidade de que tons de 40 Hz possam reverter algumas das mudanças moleculares no cérebro de pacientes com Alzheimer. Estudos iniciais em camundongos transgênicos mostraram resultados promissores, mas (como costuma acontecer) os testes em humanos em estágio inicial mostram um quadro muito mais obscuro. Mais estudos estão em andamento. Aqui está um resumo da pesquisa até agora e um relatório de um usuário que experimentou a terapia de 40 Hz em sua esposa, (Observe que este gerador de tom não é um dispositivo médico, não garanto nada!).

terça-feira, 10 de janeiro de 2023

O POVO VIVE SEM O GOVERNO, O GOVERNO NÃO SOBREVIVE SEM O POVO

Hoje é 10 de janeiro de 2023... Em apenas dez (10) dias o governo Lula já realizou uma "Bagunça Infernal No País", são tantas que nem sei por onde começar. Vamos começar aconselhando as pessoas que possuem condições à saírem do país, a tendência é piorar ainda mais daqui para a frente, há várias empresas especializadas que hoje conseguem rapidamente o visto eb1 e eb2. E você com certeza deve estar pensando: "O que que eu faço agora?!". Você têm duas (2) coisas que pode fazer: 

  1. Pensar o que eu poderia fazer para sobreviver em um país sem me envolver com o "Sistema" de governo, a solução é encontrar mais pessoas que pensam como você, que também querem viver sem se envolver com o "Sistema" e formar uma "Comunidade Apolítica". Existem indivíduos que não votam nas eleições e se desentendem da realidade política porque acreditam que nenhum partido lhes representa adequadamente (ou que TODOS SÃO FARINHA DO MESMO SACO). Outras pessoas se sentem profundamente decepcionadas com a realidade política em seu conjunto e consequentemente não optam por nenhuma opção. Neste coletivo é comum o uso de algumas expressões: "Todos Os Políticos São Iguais", "Não Acredito Na Política", "Quero Sair Do Sistema", entre outras. Muito provavelmente esse governo que hoje temos no Brasil em algum momento irá falhar, isso não é eterno, principalmente se o "Povo Parar De Contribuir E Obedecer O Sistema", o "Grupo" ou a "Comunidade" não precisa e não deve se expor! O povo brasileiro, apesar de ter sido alertado, de certa forma foi surpreendido, porque não acreditava que a qualquer momento isso iria acontecer no Brasil, mesmo tendo exemplos em Cuba, Venezuela e Argentina;
  2. A segunda opção, é se você possui poder aquisitivo, é diplomado, possui uma boa profissão, "SE MANDA DO PAÍS AGORA!".

Obs.: Ao formar a "Comunidade", "O Grupo", fique longe de "Igrejas ou Templos Religiosos", "ONGs" e principalmente de pessoas ligadas ao "Sistema", a "Comunidade" pode e deve ser criada longe da cidade, e sobreviver com "Hortas Comunitárias", "Um Viveiro ou Galinheiro" com galinhas poedeiras e etc..

O processo de criar uma "Comunidade" passa por várias etapas. É preciso começar com um grupo que tenha um "Sonho Em Comum". Depois, achar a terra, implementar as primeiras estruturas, água, energia, internet. Ficando claro que a ação do dia-a-dia e a mão na massa são a realidade. As comunidades são "Ambientes Sociais e Culturais", nos quais podemos satisfazer as nossas necessidades e aspirações sem diminuir as chances das "Gerações Futuras". As "Comunidades Alternativas" atuais negam o capitalismo opressor, pregam o cooperativismo, a agricultura orgânica e a vida sustentável em sintonia com a natureza. [...] Dispensam a utilização do papel-moeda e sobrevivem daquilo que produzem. Uma "Ecovila" é um assentamento ecológico, um lugar onde algumas ou várias pessoas vivem em busca de uma vida de baixo impacto ambiental e grande cooperação social. A base desses locais são as quatro dimensões da sustentabilidade: Social, Cultural, Ecológica e Econômica. No mundo já existem mais de 400 comunidades sustentáveis! Talvez a frase de efeito mais famosa dentre os libertários é: "Imposto é Roubo", apesar de ser uma verdade, que implica, em particular, a ilegitimidade do estado,  visto que roubo é um crime, independentemente se praticado por cidadãos ou por governos, o fato é que vejo poucas pessoas que sabem dar uma justificativa correta a essa afirmação. Isto se deve em parte à fácil intuição gerada por ela, pois qualquer um sabe que, se uma pessoa não pagar impostos e resistir às intimidações do estado, ela será sequestrada pelo governo, como ocorreu com o famoso ativista anti-imposto "Irvin Schiff", que em 2015 faleceu na cadeia por defender a ilegalidade do imposto de renda nos EUA

Porém, essa constatação da ameaça implícita por trás dos impostos não é suficiente para determinar que o imposto é de fato um crime. Sendo mais preciso, poderíamos ter duas, e apenas duas, situações onde o imposto poderia ser visto como algo legítimo, caso fosse: 

  1. Um pagamento previsto em um contrato implícito, chamado "Contrato Social", onde, no passado, as pessoas, legitimamente possuidoras de suas propriedades, abriram mão de certos direitos para um governo ou outra autoridade a fim de obter as vantagens da ordem social; 
  2. Uma taxa forçada feita pelo estado a fim de pagar suas despesas de manutenção, caso análogo a um condomínio, onde a posse territorial do estado seria legítima. Esses dois casos resumem todos os principais argumentos pró-imposto dos estatistas, de modo que para demonstrar que o imposto está fora da lei, é suficiente refutar ambos os casos, mostrando que o contrato social, caso exista como contrato implícito, não pode ser legalmente executável e que o território do estado não é legitimamente apropriado. Daí seguirá nossa famosa tese que imposto é de fato um "Assalto A Mão Armada".

O Auxílio dado pelo governo 

Governo não é obrigado a manter pagamentos em 2023... Esse Auxílio dado pelo governo é uma forma de escravizar uma grande parte da população, que de uma forma até viciante, acaba deixando de trabalhar para obter o seu sustento. Viver de migalhas é também um dia morrer de fome! Esse auxílio nunca passará de migalhas e o povo que recebe jamais sairá da linha da "Pobreza", essa parcela do povo brasileiro precisa se libertar das "Correntes" que os prendem ao "Sistema". Quem faz valer a sua vontade a qualquer custo, promove a barbárie por pura conveniência. Tenho certeza de que todos sentem uma espécie de angústia permanente sobre o que está acontecendo no mundo, mas precisamente, em nosso país. Às vezes, na vida, tendemos a ter uma visão egoísta dos fatos, e queremos fazer valer a nossa vontade a força, queremos que todas as pessoas comunguem das nossas ideologias a qualquer custo, mesmo que, as atitudes que nascem delas, venham a prejudicar outras pessoas. Quando nos colocamos nessa posição de certos e olhamos para os outros como errados, começamos a manifestar comportamentos destoantes que demonstram total incoerência com o sentido da vida que envolve a cooperação e o amor entre os nossos semelhantes. Começamos a apoiar situações que se desconectam do que pregamos e dizemos que queremos para o mundo e para aqueles que vivem nele. Tudo começa a sair do controle quando a gente não percebe que o mal está em nós e não nos outros, quando não assumimos a nossa responsabilidade e "Culpamos Os Outros Por Tudo".

Isso acontece quando escolhemos alimentar mais a dor do que o amor. Fazendo isso, passamos a apoiar situações de barbárie como se fossem corretas, quando na verdade, não são. A nossa cultura está cada vez mais intolerante porque se apoia nessa dor aguda, nessa intensa angústia mental que se profunda sem remorso e não entende que a solução está em buscar o remédio para essa tristeza generalizada. Às vezes, na vida, tentamos fazer o possível para ajudar os outros e, no processo de tentar melhorar, acabamos complicando ainda mais a vida de quem está ao nosso redor. Esse comportamento contagia aqueles que estão em estado de sofrimento e gera ainda mais angústia. Porém, não podemos cobrar dos outros uma consciência que ainda não possuem, nós só podemos acessar a nossa, e a partir dela, começar a criar novas conexões, mais amorosas, para enfim, pacificar o nosso "Mundo Interior". Se a nossa vontade gera insatisfação ou prejudica os outros, precisamos olhar para essas questões com mais amor e nos perguntar se essa vontade não é fruto do nosso egoísmo e do nosso ego, que quer apenas provar que é melhor e que está certo, e menosprezar aqueles que pensam diferente. Infelizmente, provar que está certo não vai amenizar a sua dor, apenas vai afagar o seu ego, e quando você é conivente com as vontades mesquinhas do ego, você se afoga em uma mar de sofrimentos e despeja a sua dor em cima de quem não tem a menor culpa. Comece a se perguntar se a sua vontade não é pura conveniência. Para que você possa começar a contribuir com um mundo melhor, você precisa parar de dar munição para o ódio que quer destruir ao invés de construir.

André Janones - Fim Do Auxílio, Acabou!

O Contrato Social é uma ficção supérflua

Geralmente argumenta-se que o estado, tendo ou não posses legítimas, pode cobrar impostos, pois existe algum tipo de consenso implícito em torno desse arranjo social, a legitimidade se origina então da anuência dos cidadãos. A esse corpo de ideias que postulam um contratualismo implícito em sociedade feito para manter a ordem e instaurando, para isso, um regime político específico, se dá o nome geral de teorias do "Contrato Social". Antes de mais nada, é bom deixar claro que o "Contrato Social" jamais pode ser um contrato executável por lei, ou seja, um acordo cuja quebra pode resultar em retaliação legal. Primeiro porque, como os próprios teóricos contratualistas assumem, ele é implícito, não tendo uma expressão objetiva de consentimento. E, de fato, é deveras óbvio para qualquer um que ninguém foi consultado sobre a aderência ao arranjo político democrático que vivemos hoje. Nunca os estados modernos fizeram consultas entre as populações dominadas para que questionassem suas legitimidades e perguntassem sobre a possibilidade de elas gerirem suas propriedades por si mesmas, sem o estado como decisório último de instâncias. O ônus da prova desse consentimento recai todo sobre os contratualistas, que até agora não forneceram nenhuma evidência nesse sentido. E sequer poderiam. É um fato histórico que em geral os estados modernos  surgiram não de um acordo voluntário em sociedade a fim de criar uma administração com a função de centralizar o poder público, mas sim pela conquista militar e ameaça de força física. Isto deveria ser deveras óbvio, pois é completamente irrealista que, dentro de um grupo de pessoas sempre alertas à possibilidade do surgimento de conflitos, alguém proponha, como solução a este problema, que ele próprio se torne o arbitrador supremo e monopolista de todos os casos de conflitos, inclusive daqueles em que ele mesmo esteja envolvido. Seria uma proposta no mínimo risível, por maior que seja a reputação que esse membro destacado tivesse.

Em segundo lugar, mesmo que tenha havido consenso no passado, e não temos registro algum disso, mas ao contrário, como veremos abaixo, o "Contrato Social" é uma relação de subordinação individual e portanto precisa ter uma cláusula de rescisão, haja vista que a vontade humana é inalienável. Sob a ausência de tal cláusula, ele se torna um acordo tão absurdo como um contrato de "Escravidão Voluntária", não tendo sentido legal algum. Com efeito, um consentimento sem rescisão prevista em contrato é uma mera promessa, de modo que a iniciação de força para fazer cumprir tal contrato tem o mesmo efeito legal de agredir pessoas em virtude de discursos. Vejamos o caso clássico de "Contratos De Escravidão" em mais detalhes. Suponhamos então que A promete (ou realiza contratos, ou concorda; a terminologia não é importante) em ser escravo de B, sendo assim uma tentativa de consentir agora para forçar ações no futuro. Se A depois muda de ideia e tenta fugir, pode B usar força contra A? Esta é a pergunta crucial... Se a resposta for sim, isso significa que A não tem o direito de se opor e alienou eficazmente os seus direitos. No entanto, isso não poderia acontecer simplesmente porque não há nenhuma razão para que A não possa retirar o seu consentimento. Assim, não é inconsistente para A, mais tarde, se opor ao uso de força. Tudo o que A fez anteriormente foi proferir palavras para B, tais como, "Eu Concordo Em Ser Seu Escravo". Mas isso não agride B em qualquer sentido subjetivo tanto quanto não há agressão ao proferir o seguinte insulto: "Você É Feio(a)”. As palavras por si só não podem agredir, isso é, inclusive, uma das razões as quais justificam o direito à liberdade de expressão. Em poucas palavras, um proprietário de escravos deveria ter o direito de usar a força contra o escravo para que a escravidão seja mantida e que os direitos sejam dessa forma alienados, entretanto o escravo não teria previamente iniciado força contra o proprietário de escravos. Logo, o proprietário de escravos não tem o direito de usar a força contra o escravo e, assim, nenhum direito de fato foi alienado. O mesmo vale para o contrato social, que pode ser pensado como um caso particular do aqui exposto.

Em terceiro e último lugar, se existiu um contrato social para legitimar a espoliação moderna do estado, então ele certamente diz respeito às gerações passadas e não às nossas. E da mesma forma que crimes não podem passar de pais para filhos, visto que a pena é sempre individual, promessas de cumprimento contratual também não. Assim, um consentimento, implícito ou não, no passado não pode ser herdado hoje pelas gerações que não participaram direta ou indiretamente desse processo. Tendo derrubado as teorias do "Contrato Social" sob o prisma jurídico, resta dele apenas mera formalidade, um conceito abstrato para ilustrar uma suposta necessidade do estado. Este foi o caso de "Thomas Hobbes", que sustentou que, em estado natural, as pessoas iriam reivindicar cada vez mais direitos, ao invés de menos, levando a conflitos incessantes e cada vez maiores. Urge então a necessidade de um arbitrador soberano, acima e exterior à sociedade civil. A ideia jurídica por trás disso é clara: Acordos requerem um fiscal externo que os torne vinculantes. O estado não pode portanto seguir daí, pois quem iria tornar esse mesmo acordo vinculante, se não há árbitros fora do estado? De duas, uma: Ou será necessária a instauração de outro estado (caindo em regressão infinita) ou o próprio estado hobbesiano está, por si só, em estado de anarquia dentro de si mesmo. Na prática, nos encontramos no segundo caso, onde o estado não está vinculado a nenhum fiscal externo. Não há contratos fora do estado de modo que todos os conflitos envolvendo-o (seja dele com cidadãos privados, seja entre ele e seus parasitas) será sempre resolvido dentro de seus próprios mecanismos jurídicos, com suas próprias auto impostas regras, com as restrições que ele mesmo, e apenas ele, se impõe a si. Em relação a si próprio, o estado ainda está no estado natural de anarquia caracterizada pela autofiscalização e pelo autocontrole, da mesma forma que a sociedade em "Estado Natural". Só que pior: Dado que o homem é como ele é, e dado que o estado é formado por homens, ele tem uma tendência natural a mediar seus conflitos em seu próprio benefício, em detrimento dos cidadãos privados. O totalitarismo é seu destino inevitável! Outro teórico do "Contrato Social" foi "John Locke", que assim como Hobbes inicia sua teoria focando num estado de natureza, que, através do contrato social, vai se tornar o estado civil. Porém, ao contrário de Hobbes, Locke vê a relação da sociedade com o "Contrato Social" não como uma subordinação, mas sim como um consentimento. E uma vez que o consentimento é dado, o governo, segundo Locke, tem o dever de retribui-lo garantindo a liberdade individual de duas formas básicas: Fazendo valer o direito à propriedade para o homem conseguir seu sustento e sua busca à felicidade; e assegurando a estabilidade jurídica para que os homens possam resolver seus conflitos e assim assegurar a paz.

Resumindo: IMPOSTO É ROUBO!

Fonte: Instituto Rothbard

quinta-feira, 17 de novembro de 2022

RESGATANDO A HISTÓRIA: GUERRILHEIROS MARXISTAS BRASILEIROS

Matéria De Jornal Sobre Assalto De Guerrilheiros

Resgatando A Verdadeira História... Escolhi o tema "Guerrilheiros Marxistas Brasileiros", uma por ter vivido essa época, outra porquê quando comecei as minhas pesquisas, encontrei muitas matérias dizendo que essa noticia era "Fake - Falsa", mas não é. E vou mais além... Escolhi esse tema justamente por causa do que está acontecendo atualmente em  nosso país, o mesmo motivo que está levando milhares de pessoas à ficarem acampados em frente aos quarteis pelo Brasil, clamando às FFAA para salvarem nosso país. Parte dessas pessoas, que estão acampadas, idosos, também possuem conhecimento do passado dessa corja que hoje quer tomar o poder do país, o candidato eleito ilegalmente, por fraudes nas "Urnas Eletrônicas", "Luiz Inácio Lula da Silva", foi um "Guerrilheiro Marxista Brasileiro", hoje membro do "Fórum De São Paulo". Outro detalhe importante que quero deixar registrado, é que os principais e mais conhecidos partidos políticos do Brasil, se originaram dessas "facções", MDB, PCdoB, PCB, PPS e etc.. 

Dois anos após o começo do regime militar no Brasil, grupos armados de esquerda, entre eles, muitos deles estudantes da época, começaram uma articulação que colocou o país em um estado de guerra civil não-declarada. Entre 1966 e 1974, a esquerda armada roubou 3,8 milhões de dólares, valor que fez da guerrilha brasileira a mais rica do mundo na época. No auge das ações, entre 1968 e 1971, os guerrilheiros assaltaram 154 bancos e carros-fortes. A atuação também envolvia atentados: Os grupos realizaram cerca de 40 atentados a bomba, sequestraram oito aviões comerciais e quatro diplomatas (único momento da história em que houve sequestro de embaixadores no Brasil).

Fidel Castro & Guerrilheiros

Abaixo, os principais grupos da esquerda armada brasileira e suas ações durante o regime militar.

Aliança Libertadora Nacional (ALN)

Umas das principais organizações da esquerda armada, a "Aliança Libertadora Nacional (ALN)" foi criada em 1968 por "Carlos Marighella", "Joaquim Câmara Ferreira" e "Virgílio Gomes da Silva", dissidentes do "Partido Comunista Brasileiro (PCB)". O objetivo do grupo era combater o regime militar com luta armada e instaurar um "governo popular revolucionário marxista" no Brasil. A origem do grupo está na dissidência de Marighella ao PCB. Em 1966, ele publicou um artigo defendendo a luta armada para instaurar um regime de esquerda no Brasil. A ideia era contrária aos objetivos do PCB, que defendia "vias pacíficas", que de pacíficas não tinha nada. No ano seguinte, Marighella foi expulso do PCB e, um ano depois, criou a ANL. O grupo operava como guerrilha urbana, recorrendo a assaltos a bancos para a obtenção de fundos. A organização também foi responsável por atentados com explosões e sequestro de embaixador norte-americano, Charles Burke Elbrick, e do embaixador alemão Ehrenfried von Holleben, trocado por 44 presos políticos. A ALN aplicava táticas de guerrilha também aos membros internos: Militantes considerados traidores ou dissidentes eram executados nos chamados "justiçamentos". A ALN começou a enfraquecer após a morte de Marighella, em 1969. O processo de dissolução começou em 1971, com a prisão de "Joaquim Câmara Ferreira", último líder da organização. Após o fim da ALN, uma parte dos remanescentes ingressou no PCB e outra parte entrou para a equipe da revista "Debates", publicada no exterior. Esta última facção criminosa deu origem à "União Dos Comunistas".

Guerrilheiro Che Guevara Morto Pelos Militares

Vanguarda Popular Revolucionária (VPR)

Movimento político-militar, a "Vanguarda Popular Revolucionária (VPR)" era formada majoritariamente por estudantes e ex-militares dissidentes da "Política Operária (Polop)" e ex-integrantes do "Movimento Nacionalista Revolucionário (MNR)". A VPR se organizava em células de três militantes que não tinham comunicação umas com as outras. Um membro de cada célula integrava um escalão superior, também formado por três pessoas. Essa sucessão seguia até o nível mais alto da organização. Assim como a maioria dos grupos de esquerda armada, a VPR praticava assaltos a bancos para financiar as atividades. O grupo teve participação no sequestro do embaixador alemão "Ehrenfried von Holleben", realizado em 1970, em uma ação conjunta com a ALN. A organização focava em ações militares. Na mais famosa delas, em 1969, o capitão do Exército "Carlos Lamarca" passou para a clandestinidade levando 63 fuzis FAL, dez metralhadoras Ina e munição do quartel do 4º Regimento de Infantaria, em Quitaúna, São Paulo. Principal capitão da VPR, Lamarca rompeu com a organização em 1971 e passou a integrar o MR-8. A VPR sofreu crises internas devido a discordâncias de atuação. O setor militar defendia a luta armada, enquanto o setor intelectual afirmava que era necessário um trabalho inicial de conscientização lenta e gradual das massas. As divergências levaram à fusão, em 1969, da VPR com o "Comando de Libertação Nacional (Colina)", dando origem à "Vanguarda Armada Revolucionária - Palmares (VAR-Palmares)". O grupo encerrou as atividades após 1972, quando "José Anselmo dos Santos", o cabo Anselmo, assumiu a liderança. Suspeito de ser policial infiltrado, Anselmo foi o único sobrevivente de uma ação policial que dizimou seis membros da VAR em Recife naquele mesmo ano.

Estudantes Brasileiros Aprendendo Atirar

VAR-Palmares

A "Vanguarda Armada Revolucionária - Palmares (VAR-Palmares)" foi uma organização político-militar surgida a partir da fusão entre o "Comando da Libertação Nacional (Colina)", a "Vanguarda Popular Revolucionária (VPR)" e outros grupos revolucionários do Sul do país e da Bahia. A ação mais famosa do VAR-Palmares foi o roubo ao cofre do ex-governador de São Paulo, "Adhemar de Barros", que rendeu ao grupo pelo menos 2,5 milhões de dólares. O também grupo planejou o sequestro do "Ministro da Fazenda, Delfim Neto", mas membros foram presos antes da ação. O grupo surgiu durante o ápice do embate entre o regime militar e a esquerda armada, em 1969. Mas a organização teve vida curta: Foi desmantelada pelo recém-criado órgão de inteligência do exército, "Destacamento de Operações de Informação - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI)". Ao mesmo tempo, divergências quanto à estratégia militar levaram ao êxodo da maioria de seus integrantes, que retornaram à VPR. Desestruturada e impossibilitada de desenvolver ações armadas, com seus líderes presos ou mortos pela polícia, a "VAR-Palmares" chegou ao fim em 1971.

MR-8

Batizado em homenagem à data da morte de "Ernesto Che Guevara", o "Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8)" foi a denominação de dois movimentos de guerrilha. O primeiro era formado por dissidentes do PCB no estado do Rio de Janeiro e foi dizimado pela polícia em agosto de 1969. O segundo, também formado por dissidentes do PCB, permanece até hoje, 17/11/2022. De forma similar à ALN, o MR-8 foi criado porque membros do PCB não concordavam com a abordagem pacífica do partido. A operação da organização também era similar à outra: Se valiam de assaltos a bancos para obter recursos financeiros. O MR-8 participou também do sequestro do embaixador norte-americano "Charles Burke Elbrick", juntamente com o ALN, em troca da libertação de prisioneiros militantes. A permanência do nome MR-8, após a derrota do grupo original, foi uma tentativa de desmoralizar a polícia, objetivo central da organização. Isso se refletia em uma das ações do grupo: Assaltos a quartéis. O MR-8 começou a mudar em 1971, com a morte de "Carlos Lamarca", que havia tentado instaurar núcleos de guerrilha no interior da Bahia. A partir disso, o movimento passou a defender a as "liberdades democráticas", bem como a formação de uma frente popular pela redemocratização do país. Uma das ações neste sentido foi a entrada no "Movimento Democrático Brasileiro (MDB)", após a extinção do bipartidarismo, em 1979. Agora, os dias de esquerda armada do MR-8 ficaram para trás. Com o alinhamento ao MDB, o grupo passou a adotar, de forma camuflada, o pacifismo e se afastar (em termos) dos ideias comunistas, o que lhe rendeu acusações de dissidentes de ter virado à direita. O objetivo passou a ser aproximar da juventude, promovendo um encontro nacional de jovens e apoiando o Rock in Rio. No campo político, a organização segue apoiando o MDB e seus candidatos. Uma parte do grupo ajudou o "Partido Pátria Livre (PPL)", que lançou "João Goulart Filho" nas eleições presidenciais de 2018, mas depois foi incorporado ao PCdoB.

Guerrilheiros Brasileiros

Partido Comunista Brasileiro (PCB)

Fundado em 1922, o "Partido Comunista Brasileiro (PCB)" tinha como objetivo promover a revolução proletária no Brasil e "Conquistar O Poder" político para instaurar o "sistema socialista comunista". Considerado o partido mais antigo do Brasil, teve a maior parte da sua existência na ilegalidade. Durante os primeiros anos do regime militar, o PCB passou por uma crise interior devido à estratégia de embate aos militares. Um grupo de dissidentes, liderado por "Carlos Marighella", acusava o partido e o líder "Luis Carlos Prestes" de não terem se preparado para dar início à luta armada. Após a polícia apreender cadernos de Prestes contendo os contatos que ele estabelecia com personalidades políticas de outros partidos, sua liderança enfraqueceu e o partido descentralizou. Em 1968, o PCB participou da articulação da "Passeata dos Cem Mil", manifestação realizada no Rio de Janeiro que contou com a participação de cerca de cem mil pessoas. O objetivo era protestar contra uma ação da polícia alguns dias antes no Centro da cidade, que havia atingido "estudantes guerrilheiros e populares simpatizantes do partido. A passeata foi promovida pelo movimento estudantil e reivindicava o restabelecimento das liberdades democráticas, a suspensão da censura à imprensa e a concessão de mais verbas para a educação. Defensor de vias "pacíficas" para a instauração do socialismo no Brasil, o PCB se posicionou contra ações da esquerda armada, como o sequestro do embaixador norte-americano, "Charles Burke Elbrick", praticado pela ALN e o MR-8. Após o fim do bloco soviético no contexto mundial, o PCB passou por uma reformulação ideológica e partidária. Em congresso realizado em 1992, foi abolido o modelo partidário marxista-leninista, junto com a foice e o martelo, símbolos tradicionais do comunismo, assim como o nome e a sigla do partido. De acordo com eles, o partido não estaria sendo extinto, mas se transformando, dando origem ao "Partido Popular Socialista (PPS)". Muitos membros, entre eles "Paulo Cavalcanti" e "Oscar Niemeyer", não aceitaram a decisão e recorreram à Justiça. No mesmo dia da extinção, o grupo organizou um novo congresso, decidido a manter o nome, a sigla e o mesmo símbolo do partido. Nas eleições de 1998, o PCB integrou a coligação de partidos de esquerda que apoiou a candidatura de "Luís Inácio Lula da Silva (PT)". Após apoiar a reeleição de Lula para a presidência, o PCB rompeu, simbolicamente, com o governo sob o argumento de que ele estaria dando continuidade à política neoliberal.

Dilma Rousseff - Ex-President(a) Do Brasil Presa

Organização Revolucionária Marxista - Política Operária (Polop)

Formada em 1961 principalmente ex-militantes trotskistas e ex-militantes comunistas, a "Organização Revolucionária Marxista - Política Operária (Polop)" era constituída majoritariamente por intelectuais e estudantes de São Paulo, Minas Gerias e Rio de Janeiro. O objetivo do grupo era criar condições para o surgimento de um partido revolucionário da classe operária, com apoio dos sindicatos. Sua atuação era de base intelectual, buscando promover a propaganda e a agitação das massas. Nesse sentido, a Polop destacou-se pela influência que exerceu sobre outros grupos marxistas. O grupo procurava contestar a hegemonia político-ideológica do "Partido Comunista Brasileiro (PCB)". No pós-1964, o núcleo da Polop no Rio de Janeiro foi desarticulado após o "Centro de Informações da Marinha (Cenimar)" infiltrar agentes em suas reuniões. Em 1965, a Polop entrou em crise quando um grupo da Polop de Minas Gerais passou a contestar as diretrizes da organização. Em 1967, nova crise interna surgiu entre o grupo de São Paulo, que acusava a direção da Polop de inércia e de inabilidade para capitalizar a crise deflagrada no PCB com a expulsão de "Carlos Marighella" e outros. Esse grupo defendia a luta armada e tornou-se dissidente, posteriormente dando origem à VPR.

Comando de Libertação Nacional (COLINA)

Criado em 1967, em Minas Gerais, por dissidentes mineiros da Polop, o "Comando de Libertação Nacional (COLINA)" era integrada majoritariamente por jovens estudantes universitários. Como as demais organizações da esquerda armada, defendia a ação armada para "libertar o Brasil" da "opressão e ditadura" e, posteriormente, criar o partido revolucionário da classe operária, o atual "Partido dos Trabalhadores (PT)". A organização defendia a atuação em duas frentes: Articulação urbana a partir da classe estudantil e operária e, no campo, a partir da tática de guerrilha, por esse motivo o enorme interesse do PT em manter sempre vivo o MST. O objetivo dessas articulações era formar um exército popular. Em março de 1969, o COLINA realizou sua primeira ação, um atentado sindicato dos bancários, que encontrava-se sob intervenção devido a uma greve da categoria. O grupo explodiu bombas nas casas do delegado e do interventor em apoio aos grevistas. No mesmo ano, assaltou uma agência do "Banco Comércio e Indústria de Minas Gerais" e o "Banco do Brasil", em Contagem, Minas Gerais. O COLINA teve a participação de nomes de destaque, como o sociólogo mineiro "Juarez Guimarães de Brito" e a ex-president(a) "Dilma Rousseff", que participou da organização sob o nome de Wanda. Aos 22 anos, Dilma foi presa no DOI, depois transferida para o DOPS e, posteriormente, para o presídio Tiradentes. Em 1969, o grupo uniu-se à VPR com o objetivo de fortalecer a esquerda, mas a aliança acabou em discordâncias sobre a sua atuação. Divergências internas levaram à fusão com outros grupos do sul do país e da Bahia, dando origem à "VAR-Palmares".

Jornalista Míriam Leitão Guerrilheira

Nota: A jornalista "Míriam Leitão", codinome "Amélia", vem soltando postagens no "Twitter" dizendo que "Nunca Foi Guerrilheira", assim como a Ex-President(a) "Dilma Rousseff", codinome "Wanda", ambas dizem que nunca foram guerrilheiras.

Miriam e seu namorado, militantes do PCdoB, segundo o "Gen. Bda. Paulo Chagas", foram sim, detidos por agentes da Polícia Federal (PF), em 1972... "Em dezembro daquele ano, 1972, mais de cem pessoas tinham sido mortas em consequência de atentados terroristas, 300 bancos tinham sido assaltados por terroristas, 300 militantes comunistas haviam sido enviados para cursos de terrorismo na China e em Cuba, vários quartéis haviam sido assaltados para roubo de armamento, 3 diplomatas haviam sido sequestrados, militares estrangeiros haviam sido justiçados, vários atentados à bomba haviam sido executados, dentre eles o do "Aeroporto dos Guararapes" e o ataque ao "QG do II Exército", e a "Guerrilha do Araguaia", comandada, patrocinada e mobiliada por agentes do PCdoB, estava em curso de operações.". Miriam era ainda uma garota de 19 aninhos, e já se envolvia com pessoas de péssima índole, estudantes pervertidos/militantes/guerrilheiros/ladrões, e ainda por cima, quando foi detida estava grávida. Na época em que Míriam começou a carreira de guerrilheira, anos 70, televisão era vista como um lugar para jornalistas de segunda linha, que não sabiam escrever, e "Amélia" conseguiu um emprego de fachada na "TV Globo", que coincidência! Míriam trabalhou também na Veja em São Paulo, no começo da década de 1980, outra coincidência, tanto a "TV Globo", como a "Revista Veja" até hoje provam ser "Socialistas/Comunistas". A trajetória de "Dilma Rousseff" até o segundo mandato na "Presidência da República" começa com o início da sua militância política no movimento estudantil, quando ela tinha 16 anos, na capital mineira. Dilma foi guerrilheira, acabou presa e condenada por "subversão" e cumpriu pena em um presídio em São Paulo.

Fontes De Pesquisa: Jornal Da Cidade, DCMBlog Nuestra Vitória, Gazeta Do Povo e Wikipedia

Conheça O Passado Da Ex-President(a) Dilma Rousseff